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🧡 Ver Ofertas na ShopeeTerminou sem anúncio oficial a reunião realizada nesta segunda-feira (11) no Palácio do Planalto entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ministros e assessores do governo para discutir o plano de socorro às empresas brasileiras afetadas pelas tarifas impostas pelos Estados Unidos.
O encontro, que durou cerca de duas horas, contou com a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin, que também responde pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, além dos ministros Fernando Haddad (Fazenda), Mauro Vieira (Relações Exteriores), Rui Costa (Casa Civil), Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), Sidônio Palmeira (Comunicação Social) e Jorge Messias (Advocacia-Geral da União), além do assessor especial Celso Amorim.
Segundo fontes, a reunião teve caráter técnico e focou em debates sobre o plano de contingência, que segue “avançando, mas sem data de anúncio”. O encontro não foi conclusivo e novas reuniões estão previstas, podendo ocorrer sem a presença do presidente Lula.
As negociações com os Estados Unidos estão sendo comandadas pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, que ouve as demandas dos setores brasileiros mais afetados pelo chamado tarifaço — que passou a valer na última quarta-feira (6) com a imposição de uma tarifa de 50% a produtos brasileiros.
O plano de contingência, desenvolvido pelas pastas de Alckmin e Haddad em parceria com outros ministérios, inclui hipóteses como a compra de alimentos perecíveis que seriam exportados para escolas públicas e algum tipo de auxílio emergencial similar ao adotado durante a pandemia da Covid-19. O vice-presidente ressaltou em declarações recentes que o principal objetivo do plano é a manutenção dos empregos.
Ainda na noite desta segunda-feira, o presidente Lula deve ligar para o presidente da China, Xi Jinping, em contato que ocorrerá por volta das 22h, atendendo a um pedido do presidente brasileiro. Recentemente, Lula também conversou com os presidentes Narendra Modi, da Índia, e Vladimir Putin, da Rússia.
O diálogo com a China ocorre no momento em que Brasil e China assinaram um memorando para ampliar a parceria comercial, com foco em cooperação em finanças climáticas, infraestrutura e reforma da governança econômica global.























































































