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🧡 Ver Ofertas na ShopeeTremor registrado na manhã desta segunda-feira (10) afetou moradias, hospitais e aeroportos; governo declarou estado de calamidade pública.
O forte terremoto de magnitude 7,4 que atingiu a Colômbia na manhã desta segunda-feira (10) deixou ao menos 132 mortos e causou estragos em mais de 1.575 moradias, segundo os balanços mais recentes divulgados pelas autoridades. O abalo sísmico ocorreu às 7h34 no horário local (9h34 em Brasília) e é considerado um dos mais intensos registrados no país nas últimas décadas.
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O relatório da Associação Colombiana de Cidades Capitais (Asocapitales) detalha que 86 edifícios desabaram e 37 residências foram completamente destruídas. O balanço governamental aponta ainda que pelo menos 1.575 habitações, entre casas e apartamentos, sofreram algum tipo de dano estrutural. O monitoramento oficial registra também 570 feridos.
A infraestrutura pública também foi impactada: o tremor danificou 18 unidades de saúde, 52 centros educacionais e 17 centros comunitários. De acordo com o Executivo, sete aeroportos da região registraram problemas estruturais, dos quais seis operam com restrições.
Resposta governamental e operações de busca
Nas áreas mais impactadas, como os departamentos de Chocó e Cali, equipes de resgate, bombeiros e voluntários atuam na busca por sobreviventes. O Exército Nacional disponibilizou sua Rede de Radiodifusores para centralizar chamados de emergência e auxiliar na localização de vítimas em áreas isoladas.
O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, declarou estado de calamidade pública. O governo central instituiu o Posto de Comando Principal em Bogotá para centralizar e coordenar os trabalhos dos postos avançados locais. Equipes estratégicas foram formadas sob a liderança do vice-presidente José Manuel Restrepo. Como reforço imediato, cerca de 100 socorristas foram deslocados da capital para os municípios do interior mais atingidos.
Apoio internacional e suporte humanitário
Diante da gravidade do cenário, governos dos Estados Unidos, Equador e México formalizaram ofertas de ajuda humanitária e suporte logístico para as buscas. A Venezuela também emitiu nota de solidariedade às famílias afetadas.
O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, manifestou o apoio do país: “Em nome do povo brasileiro, manifesto minha solidariedade ao povo colombiano. O governo brasileiro está à disposição para prestar o apoio necessário”.
Paralelamente às ações governamentais, organizações civis iniciaram campanhas de arrecadação. O Banco de Alimentos de Bogotá abriu um fundo especial voltado para a compra de insumos e atendimento emergencial às comunidades atingidas.


















































































