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🧡 Ver Ofertas na ShopeeAs forças de segurança iranianas prederam um dos mais proeminentes ativistas da sociedade civil do país e um jornalista que desempenhou um papel fundamental na exposição do caso de Mahsa Amini, cuja morte provocou uma semana de protestos mortais em todo o país.
Amini foi declarado morto em 16 de setembro, três dias após ser presa pela polícia moral de Teerã.
Sua família e manifestantes dizem que ela morreu de ferimentos sofridos em um espancamento pela polícia. Autoridades iranianas dizem que uma investigação inicial do legista mostrou que ela morreu de insuficiência cardíaca ou derrame.
Ativistas dizem que pelo menos 50 civis foram mortos em uma repressão policial desde que as pessoas começaram a sair às ruas na semana passada.
Majid Tavakoli, uma ativista presa no Irã nos últimos anos, inclusive após a disputada eleição de 2009, foi preso durante a noite em sua casa, escreveu seu irmão Mohsen no Twitter.
Majid Tavakoli @MajidTavakolii prominent Iranian activist has been arrested by the terrorist regime in Iran. The Intl community can’t let this brutality go on. The oppression will only escalate if you keep silent. Iranians need internet. #MahsaAmini #مهسا_امینی pic.twitter.com/uDShi2OcMC
— Arash Sobhani آرش سبحانی (@arash_sobhani) September 23, 2022
Outro ativista proeminente ainda baseado no Irã, Hossein Ronaghi, estava dando uma entrevista ao Iran International quando agentes de segurança foram à sua casa, disse o canal com sede em Londres.
Um vídeo publicado pelo canal mostra Ronaghi parecendo ansioso, mas insistindo que a entrevista continue.
Stunning! While Raisi was spreading lies abt his respect for the will of Iranians w the US media in NY, security forces were behind the door to arrest activist @HosseinRonaghi, who was speaking w @Sima_Sabet about the protests & ppl’s courage. #Mahsa_Amini pic.twitter.com/T2jhNk1lG8
— Omid Memarian (@Omid_M) September 22, 2022
A Iran International disse que o ativista, que faz campanha pela liberdade de expressão e contribui para o Washington Post, conseguiu escapar da prisão escapando pelo estacionamento de seu prédio e depois emitiu uma mensagem de vídeo de um local não revelado.
Segundo o jornal britânico, The Guardian, Nilufar Hamedi, uma jornalista de Teerã que foi ao hospital onde Amini estava em coma e ajudou a expor o caso ao mundo, foi presa, escreveu o jornal diário Shargh, para o qual ela trabalha, no Telegram.
A fotojornalista Yalda Moaiery também foi presa enquanto cobria protestos em Teerã nesta semana, disse o Comitê para a Proteção dos Jornalistas nesta quinta-feira.
“As autoridades iranianas devem liberar imediatamente todos os jornalistas presos por causa da cobertura da morte de Mahsa Amini e dos protestos que se seguiram”, disse o coordenador do programa do Oriente Médio e Norte da África do CPJ, Sherif Mansour.

























































































