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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO dólar encerrou a primeira sessão de setembro em queda, cotado a R$ 5,15, após abrir o dia a R$ 5,20. A moeda americana caiu 0,47% em relação ao fechamento de agosto, mês em que acumulou alta de 2% — indo de R$ 5,07 para R$ 5,18 — devido a incertezas sobre os juros nos Estados Unidos e tensões entre EUA e Irã.
A baixa ocorreu porque investidores estrangeiros voltaram a colocar dinheiro no mercado brasileiro para aproveitar as ações locais. Com isso, houve maior oferta de dólares no país, o que fortaleceu o real ao longo do dia.
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Bolsa sobe, mas perde força no fim
O Ibovespa, principal índice de ações da B3, subiu 1,3% e fechou aos 179.722 pontos. Durante a tarde, o índice chegou a superar os 181 mil pontos, mas perdeu fôlego perto do encerramento dos negócios.
A movimentação da bolsa continua muito dependente do capital estrangeiro, que responde por cerca de 60% dos negócios na B3. Em agosto, o Ibovespa recuou 0,3% após sofrer quedas expressivas na primeira metade do mês, impulsionadas pela saída de recursos de fora do país. Apesar da oscilação no mês passado, a bolsa acumula alta de 10,11% em 2026, mantendo-se na liderança entre os investimentos, embora disputando espaço com a renda fixa (o CDI rende 9,27% no mesmo período).
Petróleo e economia interna
No exterior, o preço do petróleo subiu 4,6%, com o barril do tipo Brent cotado a US$ 94,65, o que mantém pressões inflacionárias globais e pode influenciar os bancos centrais a manterem juros altos.
No Brasil, o mercado repercutiu os dados do Produto Interno Bruto (PIB) divulgados pelo IBGE. A economia cresceu 0,5% no segundo trimestre de 2026 em comparação aos três meses anteriores, acumulando alta de 1,9% em 12 meses. O mercado financeiro segue recalculando os passos do Banco Central para os juros, de olho no ritmo mais moderado da economia para o restante do ano.
Destaques corporativos
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Casas Bahia: Subiu 36,4%, com as ações a R$ 0,90, impulsionada pela decisão judicial que suspendeu cobranças e execuções contra o grupo até fevereiro de 2027 no processo de recuperação judicial.
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Raízen: Avançou 13,04% (com papéis a R$ 0,26), após concluir a venda de suas operações na Argentina para empresas ligadas à Mercuria Energy Group por US$ 1,42 bilhão (cerca de R$ 7,38 bilhões), como parte da estratégia para reduzir dívidas.
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EZTEC: Teve alta de 11,01%, cotada a R$ 13,21, devido à continuação do programa de recompra de ações da construtora, previsto para durar até dezembro.
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CSN: Subiu 7,89%, a R$ 5,74, com investidores atentos à venda da CSN Cimentos, negócio avaliado em cerca de R$ 12 bilhões e cuja definição do comprador é esperada para esta semana.
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São Martinho: Avançou 7,39%, para R$ 21,21, embalada pelo setor de etanol após a sanção de uma nova lei que amplia incentivos fiscais para o combustível.



















































































