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🧡 Ver Ofertas na ShopeeDois marinheiros filipinos morreram após um ataque contra um navio petroleiro saudita no Estreito de Ormuz, em mais um episódio de tensão sobre uma das rotas marítimas mais sensíveis do mundo. A estatal saudita Bahri confirmou que sua embarcação Sidr esteve envolvida em um incidente de segurança na noite de 31 de agosto, enquanto cruzava o estreito entre o Golfo Pérsico e o Mar de Omã.
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A companhia informou a morte dos dois tripulantes, mas não deu detalhes adicionais sobre as circunstâncias do ocorrido nem sobre a extensão dos danos sofridos pelo navio. A confirmação foi divulgada na quarta-feira (2), dois dias depois do episódio. A Bahri afirmou que o fato ocorreu “enquanto transitava pelo Estreito de Ormuz, aproximadamente às 23h40, horário local, do dia 31 de agosto de 2026”. A empresa estendeu “suas mais sentidas condolências às famílias, entes queridos e colegas” das vítimas e disse que está em contato com o navio e em coordenação com as autoridades.
Ataque com projéteis e versão de minas
Antes da identificação da embarcação pela Bahri, órgãos de segurança marítima já haviam alertado sobre um ataque contra um petroleiro que saía do Estreito de Ormuz. Na segunda-feira (31), a agência UKMTO indicou que um navio foi atingido por três projéteis de origem não identificada enquanto transitava pela via marítima. Uma empresa grega especializada em riscos marítimos também informou que dois petroleiros foram atingidos durante a noite de segunda para terça-feira.
De acordo com dados da Kpler, ambas as embarcações haviam carregado 2 milhões de barris de petróleo bruto em Juaymah, na costa oriental da Arábia Saudita, na semana passada.
Nesta quarta-feira (2), a Guarda Revolucionária do Irã afirmou que os dois petroleiros se incendiaram após atingirem minas durante a travessia. A versão acrescentou mais uma explicação sobre o ocorrido em uma zona onde a circulação comercial ficou cada vez mais exposta pelo confronto aberto entre Estados Unidos e Irã.
Escalada militar e bloqueio no estreito
O confronto entre os dois países se intensificou nesta semana com novos ataques americanos e uma resposta iraniana no Golfo, dirigida principalmente contra ativos dos EUA na região. Teerã manteve pressão sobre o tráfego marítimo e ameaçou os petroleiros que tentem atravessar a via sem autorização.
O Estreito de Ormuz voltou a ficar no centro do conflito. Após seis meses de guerra, a disputa segue sem solução visível. O Irã interfere na navegação no corredor marítimo por meio de um bloqueio, enquanto os Estados Unidos mantêm uma contraofensiva sobre portos iranianos. Os ataques contra navios comerciais no estreito se tornaram recorrentes.



















































































