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🧡 Ver Ofertas na ShopeeA edição deste domingo (9) da Revista Veja traz uma matéria destacando preocupações manifestadas por José Dirceu, líder petista, em supostos encontros com empresários.
Condenado nos escândalos do mensalão e do petrolão, o ex-ministro concorda que a economia e os programas sociais são áreas prioritárias para recuperar a popularidade de Luiz Inácio.
Entretanto, segundo a revista, ele demonstra preocupação com a falta de iniciativas da nova gestão na área da segurança pública. Dirceu alega que a chamada “extrema direita” tem dominado esse campo, aprovando medidas repressivas enquanto a esquerda e seus aliados não apresentam alternativas.
Recentemente, o Congresso derrubou o veto de Lula ao fim das saídas temporárias de presos. Além disso, em resposta a um julgamento em curso no Supremo Tribunal Federal (STF), parlamentares prometem aprovar uma proposta de emenda constitucional que criminaliza o porte e a posse de qualquer quantidade de droga.
Segundo a Veja, Dirceu está preocupado com o discurso “bolsonarista” de que o “PT defende bandidos e traficantes”, e o governo Lula ainda não delineou uma estratégia eficaz para lidar com esses temas no Legislativo e na opinião pública.
Dirceu sugere que os governistas reforcem as medidas de inteligência para combater o crime, utilizando a infiltração de agentes para desmantelar grandes facções criminosas e esquemas locais de crimes menores, como a revenda de celulares roubados.
Ele acredita que tais medidas seriam mais eficazes e menos danosas, evitando “execuções de inocentes”, como alega ter ocorrido sob a polícia comandada pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, um dos principais nomes da oposição a Lula para 2026.
Dirceu alerta que medidas de repressão, embora populares, embutem um perigo significativo: elas podem fortalecer excessivamente o governante que aposta na repressão, abrindo caminho para uma ditadura legalizada sob o pretexto de combater a criminalidade.
Conforme a reportagem, Dirceu cita El Salvador como exemplo, onde Nayib Bukele, conhecido por suas medidas rigorosas contra as gangues criminosas, alterou a Constituição para permitir sua reeleição sem limites.


















































































