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O adolescente de 17 anos conhecido como “Menor Piu”, que foi alvo de um mandado de busca na casa do rapper Oruam, foi liberado pela Polícia Civil na sexta-feira (25), com base no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A decisão determina que ele cumpra uma medida socioeducativa em regime de semiliberdade, permitindo que frequente a escola durante o dia e retorne à unidade de internação à noite. Aos fins de semana, o menor pode permanecer em casa.
Contudo, horas após a liberação, o jovem se envolveu em uma nova controvérsia. Ele foi até a casa da namorada, no Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio, e acabou sendo acusado de agressão durante uma transmissão ao vivo feita pela própria jovem nas redes sociais. A live, que chegou a ter mais de 9 mil espectadores, mostra a garota chorando, pedindo que ele vá embora e relatando que estava com a boca machucada. Ela também afirmou que “ele destruiu a família” dela.
Apesar de a vítima não ter registrado boletim de ocorrência, a Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM) instaurou uma investigação para apurar a denúncia feita publicamente.
Antes do episódio, “Menor Piu” foi encontrado na residência de Oruam, no Joá, Zona Oeste do Rio, durante uma operação da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE). O adolescente é apontado como segurança do traficante Edgar Alves de Andrade, conhecido como “Doca”, e suspeito de envolvimento com tráfico de drogas e roubos de veículos na capital fluminense.
Durante a ação policial na terça-feira (22), o rapper Oruam e amigos reagiram com xingamentos e chegaram a atirar pedras contra os agentes. O cantor foi preso, alegando posteriormente que não sabia do mandado contra o adolescente. Já Menor Piu se entregou à polícia e agora está submetido ao regime de semiliberdade.