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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO secretário da Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, publicou um vídeo em suas redes sociais nesta segunda-feira (8) provocando o governo federal após a prisão de Alessandra Moja, irmã do traficante “Leo do Moinho”. A mulher, que se apresentava como líder de uma ONG na Favela do Moinho, é acusada de cumprir ordens do irmão, um dos líderes do PCC.
No vídeo, Derrite ironizou a visita de um ministro do governo Lula a Moja e sugeriu que a organização que ela presidia era uma “ONG de fachada”. Ele também mencionou que o grupo se articulou para que o presidente visitasse a comunidade.
“Essa criminosa que, curiosamente, recebeu um ministro do governo federal em uma ONG que, ao que me parece, é uma ONG de fachada, para articular a visita do presidente da República na comunidade. São Paulo, na gestão do governador Tarcísio de Freitas, dá o exemplo de um combate eficaz ao crime organizado”, disse Derrite.
O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) também elogiou a operação em suas redes sociais, mas evitou a provocação ao governo federal. “A quem interessa que as pessoas continuem morando em condições precárias na favela do Moinho? Ao crime organizado. Por muito tempo, a favela foi usada como um depósito de drogas que abastecia a Cracolândia e funcionava como um quartel-general do crime no centro de São Paulo”, afirmou.
A prisão de Moja foi o principal alvo da Operação Sharpe, deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo e as polícias Militar e Civil. Em junho, o presidente Lula visitou a comunidade para anunciar um acordo com o governo de São Paulo para remover as 900 famílias da localidade. Na ocasião, Tarcísio não participou do ato.




















































