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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), emitiu um despacho nesta sexta-feira (13) determinando um esquema de segurança rigoroso para a internação do ex-presidente Jair Bolsonaro no hospital DF Star. Pela decisão, o ex-mandatário deverá ser monitorado ininterruptamente por equipes policiais enquanto durar o tratamento de saúde.
Moraes ordenou que o 19º Batalhão da Polícia Militar garanta a fiscalização 24 horas por dia, com a presença obrigatória de, no mínimo, dois policiais militares postados diretamente na porta do quarto do hospital. A vigilância deve se estender também às áreas internas e externas da unidade de saúde.
Proibição de eletrônicos e restrição de visitas
Uma das medidas mais rígidas da decisão é a proibição total de equipamentos eletrônicos. Acompanhantes e visitantes estão vetados de entrar na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) ou no quarto com computadores, telefones celulares ou qualquer dispositivo de comunicação. Apenas aparelhos de uso médico estão autorizados no recinto.
Além disso, Moraes suspendeu todas as autorizações de visitas que haviam sido concedidas anteriormente, quando Bolsonaro estava na carceragem da “Papudinha”.
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Quem pode visitar: Apenas a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e os filhos do ex-presidente continuam autorizados.
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Novas regras: Qualquer outra pessoa que deseje ver o ex-mandatário precisará de uma nova e específica autorização judicial.
Enquanto o esquema de segurança é montado, Jair Bolsonaro segue realizando uma bateria de exames, incluindo tomografia e testes de sangue. Ele foi transferido para o hospital após passar mal durante a madrugada com episódios de vômitos e calafrios, conforme relatado por seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
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