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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta quinta-feira (6) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vive um processo de “bidenização”, em referência ao ex-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden. A declaração se deu durante participação no podcast Market Makers, ao lado da ex-presidente da Caixa Econômica Federal Daniella Marques (Republicanos).
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“Lula está completamente Biden. É um processo de ‘bidenização’ que é perigoso para o Brasil. Não falo de idade cronológica, mas de raciocínio, ideias atrasadas, alguém que não está conectado ao mundo real”, afirmou.
A comparação com Biden faz referência às críticas recebidas pelo ex-presidente norte-americano entre 2023 e 2024, quando episódios de lapsos de memória, confusão de nomes e dificuldade em concluir falas alimentaram questionamentos sobre sua capacidade de permanecer no cargo.
Plano de ajuste fiscal e relação com os EUA
Durante a entrevista, Flávio também responsabilizou Lula pelo desgaste das relações entre Brasil e Estados Unidos e afirmou que o presidente está “isolado” na política externa. O candidato declarou que o Brasil “se endivida R$ 8 bilhões por dia” por causa da atual taxa Selic e defendeu um ajuste fiscal para reduzir os juros e equilibrar as contas públicas.
Segundo Daniella Marques, a equipe de Flávio já elabora PECs (Propostas de Emenda à Constituição) e projetos de lei que seriam apresentados durante a transição, caso o candidato seja eleito. “Passada a eleição, ainda na transição, já estamos preparando projetos. Parte precisa de emenda constitucional, parte dá para fazer por projeto de lei para botar as contas no lugar”, disse Daniella.
Críticas a Moraes e defesa de Eduardo Bolsonaro
Flávio também criticou o ministro do STF Alexandre de Moraes pela reunião realizada com Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). “Moraes virou articulador político de Lula. Não podemos normalizar isso. É uma aberração”, afirmou.
O candidato também saiu em defesa do irmão, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), ao comentar o tarifaço imposto pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. Segundo Flávio, Eduardo “merece ser reconhecido pela coragem” por denunciar, nos EUA, o que classificou como abusos contra a oposição brasileira. Ele negou que o irmão tenha atuado para incentivar a adoção das tarifas e atribuiu a medida à condução da política externa do governo Lula. “Ele merece ser reconhecido pela coragem. Em nenhum momento o Eduardo trabalhou para prejudicar o Brasil”, afirmou


















































































