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🧡 Ver Ofertas na ShopeeA Agência Nacional de Vigilância Sanitária ampliou neste ano o leque de medicamentos injetáveis usados no tratamento de diabetes tipo 2 e obesidade. Foram aprovadas 12 novas canetas: dez à base de semaglutida e duas de liraglutida.
O movimento ganhou força após o fim da exclusividade da semaglutida no Brasil, em 20 de março, quando caiu a patente do Ozempic e do Wegovy, da Novo Nordisk. Desde então, laboratórios nacionais e internacionais passaram a registrar genéricos e similares.
Especialistas alertam, no entanto, que a maior oferta não significa que os produtos sejam automaticamente intercambiáveis. A escolha deve considerar o diagnóstico, as doenças associadas, a tolerância aos efeitos colaterais e a capacidade do paciente de manter o tratamento por meses ou anos.
Semaglutida A semaglutida imita o hormônio GLP-1, que ajuda a controlar a glicose e aumenta a saciedade. Até março, o mercado estava concentrado nos produtos da Novo Nordisk.
As dez canetas de semaglutida aprovadas em 2026 foram:
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Ozivy (EMS) — 26 de maio
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Semavy (Cosmed) — 29 de julho
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Owozy (Ávita Care) — 29 de julho
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Zempneo (Brainfarma) — 29 de julho
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Seemasun (Sun Farmacêutica) — 29 de julho
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Orsema (Ranbaxy) — 29 de julho
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Semaglutida genérica da EMS — 17 de agosto
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Semaclique (Germed) — 17 de agosto
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Semaglutida genérica da Germed — 24 de agosto
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Yluméc (EMS) — 31 de agosto
O Ozempic é comercializado na faixa de R$ 975 a R$ 999. O Ozivy chegou às farmácias entre R$ 452 e R$ 498. Por lei, genéricos devem custar pelo menos 35% menos que o medicamento de referência, o que coloca a estimativa inicial entre R$ 293 e R$ 323. Vários produtos ainda aguardam definição de preço pela CMED antes de chegar ao mercado.
Liraglutida Na última terça-feira (8), a Anvisa aprovou dois genéricos de liraglutida da EMS, com base nos medicamentos Olire (obesidade) e Linux (diabetes tipo 2). Ambos são anunciados a partir de R$ 84 em grandes redes.
A principal diferença prática é a frequência: a liraglutida exige aplicação diária, enquanto semaglutida e tirzepatida são, em geral, semanais. Por isso, o uso da liraglutida perdeu espaço diante de opções mais recentes.
Outras substâncias A tirzepatida, princípio ativo do Mounjaro (Eli Lilly), continua sob patente. É a única opção aprovada no país com esse mecanismo duplo (GLP-1 e GIP).
A dulaglutida, presente no Trulicity, também permanece protegida por patente e não tem genéricos ou similares no Brasil.
Endocrinologistas reforçam que obesidade e diabetes são condições crônicas. Um medicamento com maior potencial de perda de peso pode não ser o mais adequado se o paciente não conseguir sustentá-lo financeiramente no longo prazo. Náusea, refluxo, constipação e outros efeitos gastrointestinais também pesam na decisão de manter ou trocar o tratamento.
A recomendação é que a escolha seja sempre individualizada e acompanhada por médico.


































































