A operação, que está cumprindo 18 mandados de busca e apreensão e um de prisão, está sendo realizada em várias cidades, incluindo Brasília (DF), Pirenópolis (GO), Porto Seguro (BA) e Itapema (SC), com mandados expedidos pela 2ª Vara de Entorpecentes do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT).
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As investigações tiveram início após apurações preliminares que indicaram que um dos suspeitos, alvo do mandado de prisão preventiva, estaria recebendo drogas sintéticas de países da Europa, principalmente da Holanda e da Alemanha, por meio do serviço postal. Durante a apuração, foram apreendidos quase 6,5 kg de ecstasy, que seriam distribuídos para outros traficantes no DF e em outros estados brasileiros, também utilizando os Correios.
O grupo investigado também estaria comprando drogas de facções criminosas locais, que, juntamente com as substâncias recebidas do exterior, eram armazenadas em quartos de hotéis e imóveis alugados por temporada, para posterior distribuição. O esquema movimentou, entre maio e setembro de 2023, cerca de R$ 12 milhões.
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O inquérito policial já identificou pelo menos 18 membros da organização criminosa, sendo que 7 deles já se encontram presos, a maioria devido ao envolvimento com tráfico de drogas em outros processos. A FICCO/DF, composta por órgãos como a Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAPPEN), Polícia Penal do DF (PPDF), Polícia Militar do DF (PMDF) e Polícia Civil do DF (PCDF), tem como objetivo a integração e cooperação entre as forças de segurança pública em ações de combate ao crime organizado e à criminalidade violenta.