🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Segunda-feira (29) no Mercado Livre
🛍️ Ver Ofertas no Mercado Livre🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Segunda-feira (29) na Shopee
🧡 Ver Ofertas na ShopeeO Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), sediado no Rio de Janeiro, emitiu uma nota oficial cobrando a liberação imediata do professor e matemático russo Mikhail Verbitskiy. O pesquisador, que integra o corpo docente da instituição brasileira desde 2017, foi detido pelas autoridades locais no Aeroporto Internacional de Zvartnots, em Yerevan, capital da Armênia.
63% OFF no body splash árabe: 300ml da fragrância que você escolher (Asad, Yara, Bianco e mais)
Segundo o comunicado do Impa, a detenção ocorreu com base em uma lista de procurados emitida pela Rússia. A instituição fluminense enfatizou que as alegações que motivaram o mandado de prisão internacional são de “natureza política”.
Perfil Acadêmico de Excelência
Mikhail Verbitskiy, carinhosamente chamado de “Misha” pela comunidade acadêmica, possui relevância global em sua área de atuação:
-
Formação: Doutor pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.
-
Especialidade: Contribuições fundamentais para a geometria complexa. Sua tese é referência na investigação de variedades hiperkähler, uma vertente que estuda a estrutura profunda de espaços geométricos altamente simétricos por meio de ferramentas algébricas sofisticadas.
-
Atuação no Brasil: O Impa destacou que o professor desempenha um “papel vital na formação de novos cientistas e no avanço da pesquisa matemática de excelência” no país.
Ferramentas mais vendidas no Mercado Livre com descontos de até 57% OFF
Apelo Internacional pela Liberação
A diretoria do Impa formalizou um pedido às autoridades da Armênia para que garantam a integridade do pesquisador e permitam seu retorno seguro ao Brasil.
“Como instituição científica de ponta, o Impa reitera que o livre exercício do pensamento e a segurança de seus pesquisadores são pilares inegociáveis para o progresso da ciência global”, defendeu a nota.
O caso agora entra no radar da diplomacia acadêmica e de direitos humanos, que monitoram o risco de extradição do matemático para o território russo. O governo brasileiro e o Ministério das Relações Exteriores ainda não se pronunciaram oficialmente sobre a situação do docente que reside no país.




















































