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🧡 Ver Ofertas na ShopeeA Justiça de São Paulo determinou, em decisão liminar, que o filho da advogada Karina de Paula Kufa permaneça provisoriamente com o pai, Amilton Augusto da Silva Júnior, após o período de convivência das férias. A medida foi tomada depois que a advogada se casou com o empresário Thiago Brennand, em 2 de julho. Ele está preso desde 2023.
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A decisão, assinada na segunda-feira (13) pelo juiz Eduardo Palma Pellegrinelli, da 12ª Vara da Família e Sucessões do Foro Central Cível da capital, é temporária e ainda será reavaliada após manifestação da defesa e do Ministério Público.
Na decisão, o magistrado afirma que as acusações contra Brennand são “extremamente graves” e envolvem “requintes de crueldade”, inclusive contra o próprio filho. O juiz também menciona que as denúncias envolvendo mulheres com quem o empresário se relacionou tiveram ampla divulgação na mídia. Diante do contexto, o juiz considerou “razoável questionar se a manutenção do domicílio de referência materno atende os melhores interesses da criança”.
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A guarda da criança era compartilhada, e a casa de referência havia sido fixada com a mãe por acordo aprovado em 19 de março de 2026. Com a liminar, o menino permanecerá com o pai ao fim das férias e não retornará ao domicílio materno. O pai também foi autorizado a fazer a matrícula da criança em uma escola na cidade de São Paulo.
A decisão determinou a realização de perícia psicológica para avaliar se o pai e sua companheira têm condições de suprir as necessidades da criança. Karina Kufa terá prazo de cinco dias para se manifestar sobre o pedido de tutela de urgência.
Nova condenação de Brennand
A Justiça de São Paulo condenou Thiago Brennand, em primeira instância, a 31 anos, 5 meses e 24 dias de reclusão, além de 3 anos, 2 meses e 6 dicas de detenção, por crimes praticados contra uma ex-companheira. Ela relatou agressões e afirmou ter sido obrigada a tatuar as iniciais do empresário. Segundo o depoimento, ela encontrou um tatuador à sua espera na residência de Brennand, recusou o procedimento repetidas vezes, mas acabou se submetendo por estar amedrontada.
O que diz o pai da criança
Em nota, Amilton Augusto afirmou que não pode fornecer detalhes sobre o processo, pois tramita sob segredo de justiça. “Como advogado e pai, adotei todas as medidas legais que estavam ao meu alcance para proteger meu filho de qualquer situação que, no meu entendimento, pudesse representar riscos ao seu desenvolvimento e bem-estar”, declarou.























































