Nos siga em

O QUE ESTÁ PROCURANDO

Brasil

Chefe da PF diz a Fachin que relatório sobre Mendonça foi feito por determinação de Moraes

🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Domingo (13) no Mercado Livre 🛍️ Ver Ofertas no Mercado Livre

🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Domingo (13) na Shopee

🧡 Ver Ofertas na Shopee

Andrei Rodrigues defendeu a “absoluta licitude” dos documentos e negou que a corporação tenha monitorado autoridade com foro privilegiado; manifestação foi entregue ao presidente do STF nesta sexta-feira (11).

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou nesta sexta-feira (11) ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, que o relatório da corporação que embasou um pedido de investigação contra o ministro André Mendonça foi produzido por determinação de Alexandre de Moraes.

O documento foi feito no âmbito do inquérito das fake news, que tramitava sob relatoria de Moraes, mas foi retirado de sua competência por decisão de Fachin.

CONTINUE LENDO APÓS O ANÚNCIO

Defesa da licitude

No ofício, Andrei Rodrigues defendeu a “absoluta licitude” dos documentos e afirmou que a atuação da PF se deu “em estrito cumprimento de seu dever legal e de ordens judiciais”.

O diretor-geral também negou que a corporação tenha investigado ou monitorado autoridade com foro privilegiado por meio dos relatórios, como afirmou Mendonça. “O órgão policial não deu causa a qualquer divulgação do material sigiloso nem sequer a encaminhamentos externos por iniciativa própria, salvo, como dito, para cumprimento de ordem judicial advinda do STF”, completou.

Contexto do embate

As explicações foram apresentadas a Fachin depois de Mendonça ter afastado preventivamente Andrei do comando da corporação, na terça-feira (8). A medida foi uma reação ao uso, por Moraes, de um relatório interno da PF para pedir uma apuração contra o próprio Mendonça.

Moraes queria que o colega fosse investigado por abuso de autoridade, improbidade administrativa e crime de responsabilidade na condução do caso do Banco Master e do INSS. Segundo Moraes, Mendonça agiu para direcionar as investigações, “com quebra da imparcialidade judicial e favorecimento a determinados grupos políticos”.

O episódio acirrou o embate entre os dois ministros e resultou no afastamento preventivo, por um dia, de Andrei Rodrigues e do diretor de Inteligência da corporação, Leandro Almada. A medida contra os dois acabou suspensa por intervenção de Fachin na quarta-feira (9).

CONTINUE LENDO APÓS O ANÚNCIO

Termos usados por Mendonça

Na decisão que retirou os dois policiais do cargo, André Mendonça usou termos como “surreal” e “inimaginável” para descrever o material produzido pela Polícia Federal e até ironizou seu teor, ao usar aspas quando o classifica como documento.

De acordo com o ministro, o relatório revelou que não só ele, como também o chefe da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, foram alvo de monitoramento pela PF por pelo menos 30 dias, ainda neste ano.

Em um dos trechos do material, os investigadores afirmam que o resultado prático da atuação de Mendonça é “do julgador como investigador” e que ele teria tomado decisões com base em materiais que ainda não haviam sido analisados ou cruzados, o que levou a “afirmações categóricas não sustentadas”.

Defesa da PF

Andrei Rodrigues defendeu o conteúdo produzido pelos agentes e disse que os relatórios da PF “meramente organizam e analisam fatos vivenciados pela equipe”, citando a possibilidade de juízos analíticos, elaboração de hipóteses ou avaliações.

“Não se pode confundir o registro e análise de fatos institucionais conhecidos pela equipe no curso regular de seu trabalho com um monitoramento, que pressupõe acompanhamento de forma dirigida e contínua”, afirmou.

CONTINUE LENDO APÓS O ANÚNCIO

Próximos passos

Na quarta-feira (9), Fachin despachou no pedido da AGU para reverter o afastamento preventivo do chefe da PF e deu 48 horas para o diretor-geral se manifestar. Na mesma decisão, suspendeu as decisões conflitantes de André Mendonça e Flávio Dino, que havia determinado a reintegração de Andrei ao cargo.

O presidente do Supremo também convocou uma sessão extraordinária na próxima terça-feira (15) para o plenário decidir sobre o documento que aponta Moraes como o interlocutor do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master. O julgamento pode resultar na abertura de uma investigação contra o ministro ou na anulação do relatório.

Escrito Por

Leia também

São Paulo

🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Domingo (13) no Mercado Livre 🛍️ Ver Ofertas no Mercado Livre 🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos...

Política

🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Domingo (13) no Mercado Livre 🛍️ Ver Ofertas no Mercado Livre 🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos...

São Paulo

🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Domingo (13) no Mercado Livre 🛍️ Ver Ofertas no Mercado Livre 🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos...

Política

🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Domingo (13) no Mercado Livre 🛍️ Ver Ofertas no Mercado Livre 🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos...

Brasil

🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Domingo (13) no Mercado Livre 🛍️ Ver Ofertas no Mercado Livre 🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos...

Brasil

🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Domingo (13) no Mercado Livre 🛍️ Ver Ofertas no Mercado Livre 🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos...

Facebook
X\Twetter
LinkedIn
WhatsApp
Threads
Telegram
Reddit