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🧡 Ver Ofertas na ShopeeAdemilson Ferreira dos Santos, padrasto do jovem Lucas da Silva Santos, de 19 anos, confessou à polícia ter envenenado um bolinho de mandioca com chumbinho. Lucas morreu no último domingo (20), após passar cerca de dez dias internado no Hospital de Urgência de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo.
O caso chocou a região. Em depoimento, Ademilson afirmou que misturou o veneno em um pote de creme de leite que seria usado nos bolinhos, com a intenção de tirar a própria vida. No entanto, além de consumir o alimento envenenado, ele também o ofereceu à esposa e aos enteados.
“Eu queria me matar. Eu queria acabar com a minha vida, entendeu? E aí dei um pouquinho pra cada um e o que mais sofreu foi o Lucas”, disse o padrasto durante interrogatório. Segundo ele, a esposa foi quem comprou o chumbinho por R$ 25 em uma loja na cidade de Diadema, na região metropolitana de São Paulo.
Em áudio obtido pela Gazeta Brasil, Ademilson detalha a preparação do alimento. “Coloquei o creme de leite, botei um pouco do chumbinho e coloquei na boca: cortou minha boca. Dei um pouco para o Lucas, um pouco para o Tiago e um pouco para ela [esposa]”, relatou.
O responsável pela venda do chumbinho, produto proibido no Brasil, chegou a ser preso na semana passada, mas foi solto após audiência de custódia. A comercialização do raticida é ilegal e considerada crime contra a saúde pública.
Ainda durante o depoimento, Ademilson afirmou que deseja que a esposa também seja presa. As investigações seguem em andamento para esclarecer o papel de cada envolvido.
Após a confirmação da morte de Lucas, a família autorizou a doação de seus órgãos. Apesar de o jovem ter sofrido uma parada cardiorrespiratória, as córneas e os rins ainda podem ser aproveitados para transplante.






















































