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🧡 Ver Ofertas na ShopeeA Polícia Civil prendeu temporariamente, na madrugada desta quinta-feira (18), Dahesly Oliveira Pires, de 25 anos, suspeita de ter participado da logística do assassinato do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes, morto em uma emboscada na última segunda-feira (15), em Praia Grande, no litoral paulista.
Moradora de Diadema, na Grande São Paulo, Dahesly não tem profissão declarada e já havia sido presa anteriormente por tráfico de drogas. Segundo as investigações, ela teria sido responsável por buscar na Baixada Santista um dos fuzis utilizados na execução de Fontes.
De acordo com a polícia, Dahesly viajou até Praia Grande em um carro de aplicativo para retirar um “pacote”, que depois foi identificado como sendo um dos fuzis usados no crime. Em depoimento, ela afirmou que não sabia do conteúdo do embrulho e disse ter sido acionada por um homem que pediu que realizasse o transporte. Após levar o material até São Paulo, ela entregou o pacote ao suposto recrutador.
A prisão temporária, decretada pela Justiça de São Paulo, é válida por 30 dias e pode ser prorrogada por igual período. Durante a investigação, policiais também encontraram no celular da suspeita fotos da arma utilizada no ataque.
O secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite (PL), anunciou a prisão nas redes sociais: “Temos a primeira prisão relacionada ao assassinato do Dr. Ruy. Trata-se de uma mulher de 25 anos, presa temporariamente, responsável por levar da Praia Grande para a região do ABC um dos fuzis usados no crime. A polícia segue trabalhando para prender todos os envolvidos”.
Dahesly foi levada ao Instituto Médico Legal (IML) para realizar exame de corpo de delito e passou a noite detida no 6º Distrito Policial do Cambuci, no centro da capital paulista.
O caso é investigado pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), em conjunto com o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). Segundo a Secretaria da Segurança Pública, ao menos dois suspeitos já foram identificados e tiveram a prisão temporária decretada. Além disso, oito mandados de busca e apreensão foram cumpridos em endereços da capital e da Grande São Paulo.
A hipótese de envolvimento da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) está entre as linhas de investigação, já que Fontes ganhou notoriedade justamente por seu histórico de enfrentamento ao grupo.



















































































