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🧡 Ver Ofertas na ShopeeEm artigo publicado na Veja nesta sexta-feira (08, o apresentador da TV Globo Luciano Huck, que é cogitado como candidato a presidente do Brasil na eleição de 2022, atacou “extremos antidemocráticos” e sugeriu a criação de um “projeto de nação” para que o país possa melhorar a partir de 2021.
Primeiro, Huck comentou sobre a gravidade da crise sanitária causada pela pandemia e afirmou que, em 2020, o Brasil viu “toda sorte de maluquices, ataques à ciência, à democracia e às liberdades, desorganização total, mortes em números de zona de guerra”.
Depois, ele escreveu que o Brasil precisa usar as experiências de 2020 para aprender sobre o futuro e destacou três sugestões de ensinamentos para o país: “escutar, se unir e agir”.
Ele afirmou ainda que os resultados das eleições municipais, assim como a candidatura de Baleia Rossi (MDB) à presidência da Câmara dos Deputados, mostram que é possível fazer um “reagrupamento político”.
“Numa conversa recente, a historiadora Anne Applebaum fez para mim a defesa de um reagrupamento político e da instalação de uma contranarrativa com o objetivo de deter os extremos antidemocráticos. Um chamado que considero irresistível e que conta com ventos a favor. Amém! Nas últimas eleições municipais, as capitais e as maiores cidades rejeitaram inapelavelmente a polarização política. E agora na Câmara desponta a frente multipartidária mais ampla das últimas décadas. É gente diferente unida por um mesmo propósito: nada mais poderoso”.
Por fim, depois de listar o que fez em 2020, Huck afirmou que pretende “ir além em 2021” e comentou sobre a necessidade de elaborar um “projeto de nação” para o crescimento do país.
“A gente precisa de um país mais eficiente e afetivo, em que as pessoas tenham o direito de sonhar e as oportunidades não sejam determinadas pela cor da pele ou pelo CEP de nascimento. Uma nação com mais formaturas e menos funerais. Temos de arregaçar as mangas das nossas camisas, pisar firme no chão da realidade e elaborar um projeto de nação que faça o Brasil liderar agendas globais”




















































