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O dólar encerrou o pregão desta quarta-feira (26) em queda de 0,77%, cotado a R$ 5,3346, marcando o terceiro recuo consecutivo da moeda norte-americana. No mesmo período, o Ibovespa registrou alta na última hora de negociação, acompanhando o movimento de otimismo moderado dos investidores.
A sessão foi influenciada pela divulgação de uma série de indicadores econômicos no Brasil e no exterior. Entre eles, a prévia da inflação brasileira, o IPCA-15, avançou 0,20% em novembro, vindo acima das expectativas. No acumulado de 12 meses, o índice desacelerou para 4,50%, exatamente no teto da meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional.
O Banco Central informou que o estoque de crédito cresceu 0,9% em outubro em relação a setembro e acumula alta de 10% em 12 meses. A autoridade monetária também afirmou que a liquidação extrajudicial do Banco Master não representa risco sistêmico ao sistema financeiro, embora tenha alertado que o uso inadequado de APIs aumenta os desafios na gestão de riscos das instituições financeiras.
No campo fiscal, investidores seguem atentos ao equilíbrio das contas públicas. Apesar do superávit de R$ 36,5 bilhões registrado pelo governo em outubro, o Ministério da Fazenda afirmou que ainda será necessário encontrar R$ 30 bilhões para fechar o orçamento de 2026.
No noticiário político-econômico, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda para rendimentos de até R$ 5 mil a partir de 2026. O projeto também prevê um desconto adicional para contribuintes que recebem entre R$ 5 mil e R$ 7.350.
No cenário internacional, investidores monitoram dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos e aguardam novos sinais sobre os próximos passos da política monetária do Federal Reserve, reforçados pelo conteúdo do Livro Bege divulgado nesta quarta-feira.