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🧡 Ver Ofertas na ShopeeA taxa média de juros do empréstimo pessoal praticada pelos seis maiores bancos caiu para 8,55% ao mês em outubro, segundo pesquisa do Procon-SP divulgada nesta quarta-feira (8). O recuo foi de 0,11 ponto percentual em relação ao mês anterior.
O levantamento foi feito pelo Núcleo de Pesquisas da Escola de Proteção e Defesa do Consumidor da Fundação Procon-SP e envolveu Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú, Safra e Santander. As taxas foram coletadas em 2 de outubro de 2026.
Os dados se referem às taxas máximas pré-fixadas para clientes pessoa física não preferenciais, independentemente do canal de contratação. Para o cheque especial, foi considerado o período de 30 dias; para o empréstimo pessoal, o prazo de contrato é de 12 meses.
Variações entre os bancos
O Bradesco aumentou sua taxa de 9,79% para 10,72% ao mês, alta de 0,93 ponto percentual, o que representa variação positiva de 9,50%. Com isso, o banco passou a praticar a maior taxa entre as instituições pesquisadas.
O Banco do Brasil reduziu sua taxa de 7,43% para 5,86%, queda de 1,57 ponto percentual e variação de -21,13%. O banco tem agora a menor taxa do levantamento.
Os demais bancos mantiveram suas taxas: Caixa Econômica Federal (8,00%), Itaú (9,49%), Safra (7,25%) e Santander (9,99%).
No comparativo trimestral, o Banco do Brasil saiu de 7,20% em agosto para 5,86% em outubro. O Bradesco subiu de 7,47% para 10,72% no mesmo período. Caixa, Itaú, Safra e Santander mantiveram suas taxas estáveis nos três meses.
Cheque especial
A taxa média do cheque especial ficou em 8,00% ao mês, mesmo patamar do mês anterior. Todos os bancos pesquisados mantiveram suas taxas.
O Procon-SP lembra que o Banco Central, por meio da Resolução nº 4.765, de 27 de novembro de 2019, limitou a cobrança da taxa de juros do cheque especial para pessoa física em 8% ao mês. A resolução passou a vigorar em 6 de janeiro de 2020.
Selic e orientação ao consumidor
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, na 281ª reunião, em 16 de setembro de 2026, alterar a taxa Selic para 13,75% ao ano, com corte de 0,25 ponto percentual. A próxima reunião está prevista para os dias 3 e 4 de novembro de 2026.
Apesar da redução da Selic, o Procon-SP afirma que as taxas de juros seguem elevadas e orienta o consumidor a continuar evitando a contratação de linhas de crédito. O órgão destaca que é imprescindível que o consumidor tenha consciência de quanto um empréstimo pode comprometer seu orçamento.
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