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Uma jaqueta usada pela equipe dos Mamonas Assassinas foi encontrada intacta sobre o caixão do cantor Dinho durante o procedimento de exumação realizado no Cemitério Primaveras, em Guarulhos, na Grande São Paulo, nesta segunda-feira (23). A informação foi divulgada oficialmente nas redes sociais da banda nesta quarta-feira (25).
Os integrantes Dinho, Bento Hinoto, Samuel Reoli, Júlio Rasec e Sérgio Reoli morreram em 2 de março de 1996, após o jatinho que os transportava colidir com a Serra da Cantareira, na Zona Norte de São Paulo, logo após um show em Brasília.
Trinta anos depois da tragédia, os corpos dos músicos estão sendo exumados para que parte das cinzas seja utilizada como adubo no Jardim BioParque Memorial, em um gesto simbólico de “renovação e eternidade”. Cada árvore do memorial representará um integrante da banda. Segundo Jorge Santana, responsável pelo projeto, o espaço será aberto aos fãs sem custo de entrada, mas ainda não há data definida para a inauguração.
Em nota, a banda reforçou o objetivo do memorial:
“O intuito é, sempre foi e sempre será perpetuar a memória e proporcionar aos fãs de hoje e das futuras gerações um espaço que conte a história de alegria, garra e determinação dos nossos meninos”.
Apesar da exumação, os túmulos permanecerão abertos para visitação de fãs e familiares. A tragédia de 1996 marcou a história da música brasileira e consolidou os Mamonas Assassinas como um dos grupos mais lembrados por sua irreverência e impacto cultural.