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O furacão Milton, de categoria 1, atingiu a costa leste da Flórida (EUA) nesta quinta-feira (10), mas já começava a se afastar do estado, conforme o último boletim do Centro Nacional de Furacões (NHC, na sigla em inglês).
Durante a madrugada, o fenômeno cruzou a região central da Flórida com ventos ainda considerados destrutivos.
A tempestade causou um apagão generalizado, deixando mais de 2,8 milhões de residências e empresas sem eletricidade, segundo o site poweroutage.us, que monitora o fornecimento de energia no país.
O serviço meteorológico de Melbourne, na Flórida, emitiu um alerta de inundação repentina para Orlando, Deltona e Daytona Beach. O NHC informou que chuvas fortes e ventos danosos continuavam a atingir o centro do estado, mantendo a emergência de inundações.
Na madrugada, por volta das 2h (horário de Brasília), o Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA registrou ventos sustentados de até 145 km/h, indicando que, embora o furacão tenha sido rebaixado para categoria 1, ainda causava danos consideráveis. Ventos dessa intensidade podem arrancar árvores de raízes rasas, quebrar galhos e danificar o exterior de construções, além de impactar severamente as redes de energia.
Milton chegou à costa como uma tempestade de categoria 3 na noite de quarta-feira (09), provocando danos devastadores, com telhados arrancados e interrupções nos serviços de água e energia que podem durar dias ou semanas.
Além dos ventos fortes, o furacão gerou tornados que causaram destruição em várias áreas da Flórida. Antes de Milton tocar o solo, foram emitidos 116 alertas de tornados, um número surpreendente para especialistas.
Embora nem todos os alertas tenham se transformado em tornados, moradores de diversas regiões do centro da Flórida relataram o fenômeno. Em Saint Louis County, houve registros de mortes, segundo a Associated Press, mas o número de vítimas ainda não foi confirmado.