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Os Estados Unidos confiscaram, nas primeiras horas do dia, o navio-tanque Olina, o terceiro apreendido nesta semana por envolvimento em operações petrolíferas ligadas à Venezuela, em uma ação realizada no Mar do Caribe. A operação foi conduzida por fuzileiros navais e marinheiros da Força-Tarefa Conjunta Southern Spear, com coordenação do Departamento de Segurança Nacional e apoio logístico a partir do porta-aviões USS Gerald R. Ford. Segundo porta-vozes da missão, a abordagem ocorreu sem incidentes
Once again, our joint interagency forces sent a clear message this morning: “there is no safe haven for criminals.”
In a pre-dawn action, Marines and Sailors from Joint Task Force Southern Spear, in support of the Department of Homeland Security, launched from the USS Gerald R.… pic.twitter.com/StHo4ufcdx
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A ação integra os esforços da Operação Lança do Sul, do Departamento de Defesa dos EUA, voltada ao combate a atividades ilícitas na região e ao reforço da segurança no hemisfério ocidental. O operativo contou ainda com o apoio de outras embarcações, como o USS Iwo Jima, o USS San Antonio e o USS Fort Lauderdale, que compõem o Grupo Anfíbio Pronto da Marinha dos Estados Unidos.
“Mais uma vez, nossas forças conjuntas interagências enviaram uma mensagem clara nesta manhã: não há refúgio seguro para criminosos”, afirmaram autoridades responsáveis pela operação.
As autoridades norte-americanas reiteraram que permanecerão firmes na missão de defender o território nacional e coibir atividades consideradas ilegais na região.
Na quarta-feira passada, os Estados Unidos já haviam apreendido outros dois navios petroleiros que tentaram burlar o bloqueio naval imposto a embarcações associadas à Venezuela, em uma operação coordenada no Atlântico Norte e no Mar do Caribe.
O primeiro navio, o Bella 1, registrado sob bandeira russa, foi interceptado após duas semanas de perseguição, quando seguia em direção à Rússia. O segundo, o M/T Sophia, foi capturado sem resistência em águas caribenhas.
O Comando Europeu das Forças Armadas dos EUA confirmou que a apreensão do Bella 1 ocorreu após diversas tentativas de abordagem da Guarda Costeira, até que a embarcação cedeu sem oferecer oposição.
A operação envolveu coordenação entre o Departamento de Justiça, o Departamento de Segurança Nacional e o Departamento de Defesa dos Estados Unidos e foi realizada na presença de navios militares russos nas proximidades, sem registro de hostilidades.
O petroleiro Bella 1, atualmente chamado Marinera, tornou-se alvo prioritário após o endurecimento das sanções contra a Venezuela promovido pela administração do então presidente Donald Trump.
O Ministério da Defesa do Reino Unido confirmou que prestou apoio operacional à interceptação, oferecendo instalações às forças norte-americanas na fronteira marítima entre Reino Unido, Islândia e Groenlândia.
No caso do M/T Sophia, a Guarda Costeira dos EUA o classificou como parte da chamada “frota obscura”, que opera sem bandeira e realiza atividades ilícitas em águas internacionais. O Comando Sul informou, por meio da rede social X, que o navio foi interceptado no Caribe e está sendo escoltado para território norte-americano como parte da Operação Southern Spear, cujo objetivo é neutralizar o tráfico ilegal e restabelecer a segurança na região.
A campanha de bloqueio naval levou ao menos 16 petroleiros sancionados a tentarem driblar a quarentena, utilizando táticas como o desligamento de sinais de transmissão e a falsificação de nomes e rotas.
