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O centro de Israel foi alvo de novos ataques com mísseis na noite de sábado (27), disparados pelo Irã em retaliação aos bombardeios realizados em território iraniano por forças conjuntas de Israel e Estados Unidos. Sirenes soaram em diversas cidades, incluindo Jerusalém, alertando a população sobre os ataques iminentes.
De acordo com os primeiros relatórios, quatro locais diferentes em Gush Dan foram atingidos diretamente. O serviço de emergência Magen David Adom informou que equipes estiveram no local para verificar feridos, confirmando posteriormente sete pessoas com ferimentos leves, incluindo um homem em estado grave, além de uma mulher que morreu após ser atingida na região metropolitana de Tel Aviv. Mais tarde, as autoridades confirmaram um total de 16 feridos, dois em estado grave.
O Serviço de Bombeiros e Resgate de Israel destacou que equipes atuavam na busca por possíveis vítimas presas sob os escombros. Um edifício residencial de 20 andares em Tirat Hacarmel, no norte do país, foi parcialmente atingido, com fragmentos de mísseis alcançando até o 17º andar. Uma pessoa ficou levemente ferida neste ataque.
Na manhã de sábado, o Irã lançou um contra-ataque massivo com mais de 200 mísseis direcionados a Israel e a posições militares americanas na região. O Ministério da Defesa de Israel declarou estado de emergência nacional, proibiu reuniões públicas, ordenou o fechamento de escolas e determinou que pacientes hospitalares fossem transferidos para abrigos subterrâneos. A população foi orientada a se abrigar imediatamente, enquanto o Exército interceptava os mísseis lançados.
Cidadãos relataram ter permanecido em estacionamentos e outros locais seguros, mantendo contato com familiares. Muitos também se reuniram para rezar e acompanhar informações sobre os bombardeios em suas cidades.
Em resposta, Israel lançou a Operação Leão Rugiente, o maior ataque aéreo de sua história, com cerca de 200 aeronaves atacando sistemas de defesa e mísseis iranianos, incluindo na capital Teerã. O Exército informou que 500 alvos militares e de inteligência foram atingidos, visando reduzir a capacidade ofensiva iraniana. Segundo o ministro da Defesa, Israel Katz, a missão buscava eliminar ameaças iminentes, e relatos indicam que altos oficiais iranianos morreram nos ataques.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que o objetivo da operação é “eliminar a ameaça existencial” representada pelo Irã e permitir que o povo iraniano assuma o controle de seu futuro. Ele também sugeriu que o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, teria morrido nos ataques coordenados.
Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump classificou a missão como “nobre”, afirmando que busca impedir que o Irã alcance capacidade nuclear e incentivando os iranianos a assumir o controle do governo.
A escalada militar provocou impacto imediato nos mercados internacionais, com aumento nos preços do petróleo devido ao fechamento do estreito de Ormuz e à interrupção de exportações energéticas da região. Autoridades americanas recomendaram que embarcações comerciais evitassem a região do Golfo para reduzir riscos.
Organismos internacionais e diversos países pediram moderação e convocaram reuniões de emergência, enquanto Israel defende que a operação visa neutralizar ameaças existenciais provenientes do Irã.