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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO regime do Irã convocou nesta terça-feira a juventude do país para formar correntes humanas ao redor de suas usinas de energia, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçar destruir a infraestrutura energética do país caso o Estreito de Ormuz não seja reaberto.
Em vídeo exibido pela televisão estatal, Alireza Rahimi, secretário do Conselho Supremo da Juventude e Adolescentes, afirmou:
“Usinas de energia que são patrimônio nacional e capital, independentemente de opiniões políticas ou gostos pessoais, pertencem ao futuro do Irã e à juventude iraniana.”
Autoridades iranianas chamaram estudantes, artistas e atletas a participar da ação a partir das 14h (horário local), formando “escudos humanos” em torno das usinas. Rahimi acrescentou:
“Esperamos que, com a participação de jovens em todo o país, essa corrente humana seja formada ao redor das usinas, simbolizando o compromisso da juventude em proteger a infraestrutura e construir um futuro brilhante.”
Organizações internacionais já acusam o regime iraniano de recrutar crianças a partir dos 12 anos em um programa chamado “Combatentes Defensores da Pátria para o Irã”. A Amnesty International confirmou fotos de crianças portando armas, como fuzis de assalto estilo AK, ao lado de militares do Corpo de Guardiães da Revolução Islâmica em pontos de controle e manifestações.
As ações do Irã ocorrem após Trump afirmar que destruiria toda a infraestrutura energética do país caso não haja acordo para reabrir o Estreito de Ormuz até as 20h desta terça-feira. Segundo o presidente americano, “cada ponte no Irã será demolida, cada usina ficará fora de operação, queimando, explodindo e nunca mais será utilizada.”
Apesar das ameaças, Trump afirmou que não deseja atingir diretamente a infraestrutura iraniana, mas ressaltou que o país demoraria décadas para reconstruir suas instalações caso ataques fossem realizados. Ele também minimizou alegações de que atacar usinas poderia ser considerado crime de guerra, afirmando que “permitir que um país doente com liderança desequilibrada tenha armas nucleares é o verdadeiro crime de guerra”.
Enquanto o tempo se esgota, o Irã apresentou um plano de cessar-fogo em 10 pontos, considerado “maximalista” por autoridades americanas, mas que Trump classificou como “um passo significativo, mas insuficiente”.
Teerã também ameaçou retaliar caso os Estados Unidos ataquem suas usinas. Aliakbar Velayati, conselheiro sênior do aiatolá, escreveu em rede social que líderes árabes devem fazer Trump entender que “o Golfo Pérsico não é lugar para apostas” para evitar um apagão na região.






















































