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🧡 Ver Ofertas na ShopeeConfederação Nacional da Indústria afirma que “a República enfrenta um teste de integridade inédito” e pede “bom senso” às autoridades; nota não cita nominalmente Alexandre de Moraes ou Daniel Vorcaro.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) publicou, nesta quarta-feira (9), uma nota na qual pede uma “reação institucional vigorosa, de forma justa e responsável” à crise que atinge o Supremo Tribunal Federal (STF). O documento afirma que “a República enfrenta um teste de integridade inédito” e que as sucessivas crises em Brasília colocam as instituições em risco.
“As sucessivas crises que ocorrem em Brasília colocam as instituições em risco. Os recorrentes episódios podem lançar o Brasil num momento de especial gravidade, pois a confiança da população nos poderes públicos é alicerce da democracia”, diz a CNI na nota.
Transparência e equilíbrio
A entidade alerta as autoridades sobre a necessidade de “os próximos passos terem equilíbrio e atenção, pensando sempre no Brasil e no povo brasileiro em primeiro lugar”. Sem citar nominalmente o ministro Alexandre de Moraes ou o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, o documento pede que “as discussões devem ser livres, públicas e transparentes, dando ampla oportunidade para os esclarecimentos devidos”.
A CNI conclui o manifesto afirmando que o país não pode permitir que “questões políticas, eleitorais ou crises institucionais travem o desenvolvimento” e que não se pode “perder as oportunidades de crescimento no cenário internacional”.
Contexto da crise no STF
A nota da CNI ocorre em meio à escalada da crise no STF, deflagrada pela divulgação de mensagens entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master. O ministro André Mendonça, relator das investigações sobre o Banco Master, retirou o sigilo das mensagens em 1º de setembro. Em seguida, Moraes pediu a inclusão de Mendonça no inquérito das fake news, sob alegação de abuso de autoridade, e Mendonça determinou o afastamento do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência, Leandro Almada. O afastamento foi posteriormente revertido por decisão do ministro Flávio Dino.
A CNI se junta a outras entidades que já se manifestaram sobre a crise, como a OAB-SP, que lançou manifesto em defesa da reforma do Judiciário, e cerca de 3 mil organizações empresariais que pedem uma sessão pública no STF para examinar os fatos.






















































































