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Após 17 dias de escalada, o nível do Rio Acre começou a recuar e está abaixo da cota de transbordo de 14 metros, de acordo com boletim do governo estadual divulgado nesta segunda-feira (11). Na capital, Rio Branco, a medição das 9h indicou um volume de 13,80 metros, também abaixo da cota de transbordo.
A saga da cheia começou em 23 de fevereiro, quando o rio ultrapassou a cota de alerta de 13,5 metros e, no mesmo dia, a cota de transbordo.
As águas não pararam de subir, atingindo 17,89 metros em 6 de março, a segunda maior cheia da história, atrás apenas dos 18,4 metros registrados em março de 2015.
As cheias nos rios e igarapés afetaram 19 dos 22 municípios do Acre, o que representa 86% das cidades do estado.
Situação por Bacia Hidrográfica:
- Bacia do Rio Acre: Rio Branco, Assis Brasil, Brasileia, Epitaciolândia, Xapuri e Capixaba estão abaixo da cota de transbordo. Porto Acre ainda está em cota de transbordo, mas já apresenta sinais de vazante.
- Bacia do Purus: Sena Madureira e Manoel Urbano estão abaixo da cota de transbordo.
- Bacia do Juruá: Cruzeiro do Sul está em cota de transbordo. Porto Walter e Marechal Thaumaturgo estão abaixo da cota.
- Rio Abunã: Plácido de Castro está em cota de alerta.
- Bacia Tarauacá-Envirá: Feijó e Tarauacá estão abaixo da cota de transbordo.
Apesar do alívio, a situação ainda é preocupante em algumas áreas.