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O mercado de criptomoedas voltou a operar em baixa nesta quinta-feira, com as principais moedas digitais registrando quedas significativas nas últimas 24 horas. O bitcoin, considerado a maior e mais consolidada criptomoeda do mundo, teve desvalorização de 4,29%, sendo negociado a US$ 82.916,88.
O movimento negativo ocorre apesar do crescente interesse de novos investidores, que continuam buscando as moedas digitais como alternativa para aplicações de médio e longo prazo. A popularização também é influenciada por governos e figuras relevantes do setor tecnológico, que defendem o uso de criptoativos como forma legal de pagamento. Ainda assim, a volatilidade permanece como uma das principais características desse mercado, que frequentemente apresenta oscilações intensas.
A segunda maior criptomoeda do mercado, o ethereum, acompanhou a tendência de queda e recuou 4,29%, com cotação de US$ 2.710,31. Entre as stablecoins, o Tether (USDT) manteve sua estabilidade próxima a US$ 1, registrando leve variação negativa de 0,03%.
Outros ativos digitais tiveram perdas mais acentuadas. A BNB caiu 8,54%, sendo negociada a US$ 819,12, enquanto o litecoin sofreu retração de 10,8%, chegando a US$ 82,85. Já o dogecoin, frequentemente impulsionado por menções do empresário Elon Musk, foi cotado a US$ 0,14 após queda de 10,27%.
Como funciona o mercado de criptomoedas
O universo cripto opera de forma descentralizada e se apoia na tecnologia blockchain, que garante segurança e transparência às transações. Embora cada ativo digital tenha particularidades, algumas características são comuns entre eles.
Blockchain
A tecnologia blockchain funciona como um registro digital distribuído, no qual todas as transações são verificadas por uma rede de computadores — os chamados nós. Cada transação é agrupada em blocos que, ligados de forma sequencial, criam um histórico permanente e imutável.
Criptografia
As criptomoedas utilizam métodos avançados de criptografia para proteger a identidade dos usuários, autenticar transações e controlar a emissão de novas unidades.
Mineração
Alguns criptoativos, como o bitcoin, dependem da mineração para validar operações. Nesse processo, mineradores utilizam o poder computacional para resolver problemas matemáticos complexos e, como recompensa, recebem novas moedas. Muitos desses ativos possuem oferta limitada, o que ajuda a evitar inflação e sustentar seu valor ao longo do tempo.
Carteiras digitais
As chamadas wallets são responsáveis por armazenar e gerenciar criptomoedas. Elas podem ser online, instaladas em computadores ou celulares, ou ainda dispositivos físicos específicos, conhecidos por oferecer maior segurança.
Chaves criptográficas
Cada usuário possui duas chaves:
-
Pública, usada para receber valores;
-
Privada, essencial para autorizar transações e comprovar a posse dos fundos.