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Com 48 seleções, torneio que começa em 11 de junho terá Gana no topo da lista do ‘The Athletic’; Brasil garante o segundo lugar e Croácia amarga a lanterna.
10 camisas masculinas do Brasil com as maiores avaliações do Mercado Livre
A Copa do Mundo de 2026 não será apenas uma competição de futebol. Com 48 seleções, o torneio também promete ser um desfile de moda. O jornal americano The Athletic organizou essa “passarela” e elaborou um ranking completo com todas as camisas dos times que disputarão o Mundial, que começa no dia 11 de junho, nos Estados Unidos, México e Canadá. O resultado traz favoritos, surpresas e vexames.
O jornalista Nick Miller foi o responsável por avaliar os uniformes de 12 marcas diferentes, que usaram referências históricas e culturais para criar os modelos. A grande campeã do ranking foi Gana, seguida por Brasil e Inglaterra. A seleção croata ficou em último lugar.
O pódio: as camisas mais bonitas
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1º lugar: Gana – A camisa ganesa simula uma gigantesca teia de aranha multicolorida. O desenho foi inspirado no kente, um tecido tradicional feito à mão no país. Segundo a história local, o padrão surgiu quando tecelões tentaram imitar os desenhos da teia da aranha Anansi, figura importante do folclore ganês.
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2º lugar: Brasil – A camisa da Seleção Brasileira lembra dois modelos históricos: o uniforme da Copa América de 2004 e a versão de 1986 produzida pela Topper. O modelo tem detalhes em verde nas laterais e no colarinho.
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3º lugar: Inglaterra – A camisa inglesa mistura elementos de três épocas marcantes: a Eurocopa de 2000, a Eurocopa de 1988 e uma versão clássica de 2013.
12 camisas femininas do Brasil com as maiores avaliações do Mercado Livre
O ranking completo das 48 seleções
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Gana (corrigido do inglês “Ghana”)
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Brasil
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Inglaterra
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Alemanha
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Marrocos
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Arábia Saudita
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Espanha
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Austrália
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Bélgica
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Cabo Verde
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Colômbia
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Escócia
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Argentina
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Costa do Marfim
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França
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Japão
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México
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Panamá
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África do Sul
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Suécia
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Portugal
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Paraguai
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República Democrática do Congo
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Tunísia
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Iraque
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Estados Unidos
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Noruega
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Jordânia
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Irã
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Curaçao
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Bósnia e Herzegovina
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Senegal
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Áustria
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Uzbequistão
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Uruguai
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Turquia
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Suíça
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Coreia do Sul
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Catar
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Nova Zelândia
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Argélia
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Países Baixos
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Haiti
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Egito
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Equador
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República Tcheca (corrigido grafia “Checa”)
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Canadá
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Croácia
Destaques e críticas no meio da tabela
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Alemanha (4º): É a última camisa com seu fornecedor atual antes da histórica troca de patrocinador da federação alemã.
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Argentina (13º): Ostenta o escudo dourado de campeã do mundo e as três estrelas, mas o degradê azul nas listras tradicionais foi alvo de críticas.
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França (15º): Foi considerada “bastante boa” pelo jornalista, embora o tom de azul escuro escolhido não seja o seu preferido.
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México (17º): Apresenta um desenho de fundo em estilo asteca que remete aos icônicos uniformes do fim dos anos 90 (época de Cuauhtémoc Blanco e Luis Hernández).
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Coreia do Sul (38º): A estampa descrita pelo fabricante como uma “emboscada de tigres” foi considerada um tanto exagerada pelo avaliador.
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Países Baixos (42º): A tradicional camisa laranja ficou “berrante” (substituído “chilona”, que não existe em português) para o gosto do jornalista.
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Egito (44º): Rendeu a frase mais irônica do ranking. Segundo Miller, o fornecedor parece ter “aberto a página da Wikipedia do Egito e notado sabiamente que ali há pirâmides”. O desenho geométrico ainda foi comparado a memes sobre os Illuminati.
Os lanternas
A grande vilã do ranking foi a Croácia (48º). Para o avaliador, o erro foi tentar modificar o tradicional tabuleiro de xadrez: os quadrados ficaram pequenos demais e a faixa branca no centro destoou do conjunto.
Canadá (47º) e República Tcheca (46º) completam as três piores posições. A camisa tcheca, que deveria homenagear os “heróis de 96” (da Eurocopa de 1996), errou no tom de vermelho, no debrum (substituído o termo espanhol “ribete”) azul, no colarinho e no desenho das mangas.
A grande final da Copa do Mundo de 2026 será disputada no dia 19 de julho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA).




















































