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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO governo dos Estados Unidos anunciou, nesta quarta-feira (1º), sanções contra dois cidadãos e três empresas brasileiras por suposta ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC). As medidas foram formalizadas pelo Departamento do Tesouro norte-americano e representam a primeira rodada de restrições econômicas contra alvos que, segundo Washington, têm relação com a facção paulista após a classificação do PCC e do Comando Vermelho (CV) como grupos terroristas internacionais, ocorrida em junho.
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Os alvos das sanções são:
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Victor Henrique de Oliveira Shimada
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Stella Stefanie Nunes Henrique de Oliveira
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O papel de Victor Shimada
Segundo o comunicado do Departamento do Tesouro, Victor Shimada é apontado pelas autoridades como um “elo-chave entre membros do PCC na Flórida e traficantes internacionais”. Ele é acusado de lavar mais de US$ 30 milhões em recursos ilícitos gerados em várias cidades norte-americanas, utilizando criptomoedas para transferir os valores de volta ao Brasil em nome da organização criminosa. As investigações apontam que ele também se envolveu em outros crimes financeiros conexos.
Stella e a estrutura das empresas
Stella Stefanie Nunes Henrique de Oliveira, identificada como parente de Shimada, teria atuado como sua secretária e intermediária na coleta de grandes quantias em espécie, fornecendo o suporte logístico essencial para a rede. Já as três empresas sancionadas integram, segundo o governo dos EUA, a mesma estrutura internacional de lavagem de dinheiro utilizada pelo grupo criminoso.
Investigação na Flórida
A apuração sobre os braços financeiros da facção tem como base o estado da Flórida, onde outros seis acusados de integrar o mesmo esquema já haviam sido presos em janeiro deste ano.
“Ameaça à segurança nacional”
No comunicado divulgado, o governo Trump voltou a classificar o PCC como a “maior organização criminosa transnacional do Hemisfério Ocidental” e reiterou que a facção representa uma “ameaça significativa à segurança nacional dos EUA”.
“Esta designação é mais um passo do governo dos Estados Unidos para enfrentar e reconhecer a crescente presença da geração de receitas ilícitas do Primeiro Comando da Capital dentro de nossas fronteiras. O crime organizado no Hemisfério Ocidental não pode ser autorizado a estabelecer operações em solo americano que contribuam para a criminalidade e a ilegalidade”, afirmou, em nota oficial, o Departamento do Tesouro.






















































