🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Quinta-feira (09) no Mercado Livre
🛍️ Ver Ofertas no Mercado Livre🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Quinta-feira (09) na Shopee
🧡 Ver Ofertas na ShopeeO empresário Renê da Silva Nogueira Júnior foi indiciado pela morte do gari Laudemir de Souza Fernandes, ocorrida em 11 de agosto, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com a Polícia Civil, ele responderá por homicídio duplamente qualificado, porte ilegal de arma e ameaça. Caso seja condenado, a pena pode chegar a 35 anos de prisão.
O crime aconteceu durante uma discussão de trânsito no bairro Vista Alegre, em Belo Horizonte, e terminou com o gari baleado quando trabalhava na coleta de lixo. Testemunhas relataram que o empresário se irritou após o caminhão da limpeza encostar para dar passagem ao seu carro. Segundo o boletim de ocorrência, Renê abaixou o vidro e ameaçou matar caso alguém encostasse em seu veículo. Em seguida, desceu armado e disparou contra os trabalhadores.
Laudemir foi atingido e morreu no local. Um colega de trabalho, Tiago Rodrigues, presenciou o crime e disse que o empresário agiu com frieza. “Assim que atirou, ele entrou no carro como se nada tivesse acontecido e foi embora”, contou.
Imagens de câmeras de segurança flagraram Renê atirando contra o gari e guardando a arma. O suspeito foi localizado após a polícia receber informações sobre a placa do veículo e foi reconhecido por testemunhas. Ele foi preso no estacionamento de uma academia.
Em depoimento inicial, Renê negou o crime e alegou uso de medicamentos controlados, além de ter apresentado uma rotina que não incluía passagem pelo local. Posteriormente, confessou o disparo, mas afirmou que a morte foi um “acidente”.
A arma usada no assassinato pertencia à esposa do empresário, a delegada da Polícia Civil Ana Paula Lamego Balbino Nogueira. Ela também foi indiciada por ter emprestado o armamento ao marido. Exames de microbalística confirmaram a compatibilidade entre as munições recolhidas na cena do crime e a pistola da delegada.
Ana Paula é investigada pela Corregedoria da Polícia Civil de Minas Gerais por possíveis desvios de conduta. Enquanto isso, Renê segue preso preventivamente e aguarda julgamento.





















































