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🧡 Ver Ofertas na ShopeeA Polícia Federal deflagrou a Operação Make Up para investigar um suposto esquema de desvio de recursos públicos de emendas parlamentares destinado ao financiamento da cinebiografia Dark Horse, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O deputado federal Mario Frias (PL-SP) e a produtora Karina Ferreira da Gama são os principais alvos das investigações, que apuram crimes de peculato, lavagem de dinheiro, falsidade documental, fraudes em licitações e organização criminosa.
O que a Polícia Federal investiga no caso
As investigações apontam a atuação de uma rede de agentes públicos e privados suspeita de direcionar verbas para empresas subcontratadas sem a comprovação dos serviços prestados. Os mandados de busca e apreensão, expedidos pelo ministro do STF Flávio Dino, cumprem 49 ordens em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e Distrito Federal. O inquérito faz parte de desdobramentos sobre fraudes em emendas parlamentares e conexões com o setor financeiro.
A ligação de Mario Frias com o filme “Dark Horse”
O parlamentar atua como produtor-executivo e roteirista do longa-metragem. Segundo a corporação policial, ele participou da articulação e captação de recursos ao lado de familiares do ex-presidente. A PF analisa o repasse de R$ 2 milhões em emendas indicadas por Frias ao Instituto Conhecer Brasil (ICB), presidido por Karina Gama — montante que inclui verbas voltadas a um programa de empreendedorismo que não teria saído do papel. Além do ICB, a Academia Nacional de Cultura e a produtora GoUp Entertainment também entram no escopo da apuração.
O financiamento bilionário e a relação com Daniel Vorcaro
O projeto audiovisual recebeu aportes milionários associados ao empresário Daniel Vorcaro, ligado ao Banco Master. Investigações e delações premiadas homologadas pelo STF apontam dezenas de milhões de reais transferidos para fundos que administravam o orçamento da produção cinematográfica. Após contradições nas declarações iniciais sobre a origem dos recursos, mensagens e registros comprovaram a relação entre os envolvidos e o financiamento privado da obra.
Posicionamento da defesa
Em manifestações anteriores enviadas ao Supremo Tribunal Federal, a defesa do deputado federal negou irregularidades, classificando as acusações sobre as emendas como falsas e sem lastro probatório, além de reiterar a legalidade apontada pelos órgãos da Câmara dos Deputados. As assessorias dos citados foram procuradas para novos esclarecimentos, mas não houve retorno imediato até o fechamento da apuração.



















































































