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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO ex-presidente Michel Temer (MDB) afirmou nesta quarta-feira (9) que preservar a integridade do Supremo Tribunal Federal (STF) é uma “questão de sobrevivência” para a República. Em vídeo divulgado nas redes sociais, Temer defendeu que os conflitos entre os ministros da Corte sejam resolvidos internamente e com rigoroso respeito às instituições. “O que deve prevalecer não são as pessoas, mas sim as instituições”, declarou.
A manifestação ocorre em meio à grave crise institucional no STF, intensificada pela divulgação de mensagens entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master. Na terça-feira (8), o ministro André Mendonça determinou o afastamento do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, sob a alegação de monitoramento ilegal. No dia seguinte, o ministro Flávio Dino reverteu a medida e reconduziu Rodrigues ao cargo.
Fachin centraliza decisões
Ainda na quarta-feira (9), o presidente do STF, Edson Fachin, suspendeu os efeitos das decisões de Mendonça e Dino, mantendo Andrei Rodrigues no comando da corporação. Fachin reiterou que a Presidência da Corte é a única autoridade competente para deliberar sobre o tema e determinou que Rodrigues preste informações no prazo de 48 horas.
O impasse será submetido ao plenário do STF em sessão extraordinária presencial marcada para a próxima terça-feira (15), às 10h. Na ocasião, o colegiado também analisará o pedido de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes.
Contexto e apelo à serenidade
Temer, que indicou Moraes para o STF durante seu mandato presidencial, afirmou que o momento exige serenidade e diálogo para assegurar a harmonia entre os Poderes. “Diante dos conflitos internos que hoje expõem a nossa Suprema Corte, sinto o dever cívico, decorrente da minha vida pública, de dirigir uma palavra de serenidade à nação”, pontuou.
A turbulência na Corte teve início em 1º de setembro, quando Mendonça, relator das apurações sobre o Banco Master, tornou público um relatório da Polícia Federal com os diálogos entre Moraes e Vorcaro. Desde então, ministros de alas opostas têm protagonizado uma série de decisões monocráticas conflitantes e medidas cruzadas.





















































































