🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Quarta-feira (15) no Mercado Livre
🛍️ Ver Ofertas no Mercado Livre🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Quarta-feira (15) na Shopee
🧡 Ver Ofertas na ShopeeA Justiça converteu em preventiva a prisão em flagrante dos três homens envolvidos na morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos. A jovem morreu na manhã de sábado (13) após ser lançada sem o cabo de segurança de uma altura de 40 metros durante um salto de rope jump na Ponte do Esqueleto, localizada na divisa entre Limeira e Cordeirópolis, no interior de São Paulo.
Ofertas relâmpago deste domingo no ML: 10 produtos com os maiores descontos agora – até 71% OFF
Com a decisão, tomada em audiência de custódia neste domingo (14), Luis Felipe Feliciano Egoroff (32 anos), Vitor de Freitas Gonçalves (27 anos) e Maicon Fernandes Cintra (42 anos) permanecerão presos por tempo indeterminado. Eles respondem por homicídio com dolo eventual, quando se assume o risco de matar.
Grupos informais e “esquecimento” de item vital
A Polícia Civil revelou novos detalhes sobre a estrutura do evento. Embora os suspeitos usassem camisetas com os nomes “Entre Cordas” e “Ih Voei”, as investigações apontaram que não há empresas oficiais registradas por trás da operação. Tratava-se de um grupo informal de praticantes que se conheceu há cerca de um ano e promovia eventos em diferentes destinos.
Da cozinha ao banheiro: ranking dos produtos de casa e decoração mais comprados do dia
Testemunhas e a perícia inicial confirmaram uma falha grave e primária nos protocolos:
-
Equipamento no chão: A corda grossa de segurança que deveria estar conectada ao corpo da vítima foi simplesmente esquecida e ficou totalmente enrolada no chão da plataforma.
-
Checagem ignorada: Um cliente que estava na fila e saltaria logo após Maria Eduarda relatou à polícia que os instrutores ignoraram completamente a conferência padrão de segurança na vez da jovem.
-
Sem explicação: Em depoimento, os três homens se mostraram desnorteados e alegaram não se recordar de quem era a obrigação específica de prender a corda ou o motivo de a fiscalização final não ter sido realizada antes do arremesso.
Desespero gravado em vídeo e despedida
Imagens que circulam nas redes sociais registraram o momento em que Maria Eduarda foi carregada pelo trio até a beirada da estrutura e impulsionada para o vazio. Logo após a queda, o vídeo capta o desespero das testemunhas na plataforma, que gritam: “A corda!” e “Gente, a corda!”. Equipes do Samu e do Corpo de Bombeiros foram acionadas, mas a vítima teve a morte constatada ainda no local do impacto.
A defesa dos acusados, representada pelo advogado Rafael Gomes dos Santos, reiterou que seus clientes são experientes, apaixonados pelo esporte e que o episódio se tratou de uma “triste fatalidade”.
Sob forte comoção, o corpo de Maria Eduarda está sendo velado neste domingo (14) no Velório Municipal de Jandira (SP), cidade da Grande São Paulo onde a jovem residia. O sepultamento ocorrerá no Cemitério Municipal da mesma localidade.
























































