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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO dólar comercial encerrou o pregão desta terça-feira (14) cotado a R$ 5,078, registrando uma queda de 1,05%. Durante o dia, a moeda americana apresentou oscilação com máxima de R$ 5,127 e mínima de R$ 5,065. No mercado acionário, o Ibovespa, principal índice da B3, acompanhou o otimismo e subiu 0,51%, fechando aos 176.641,10 pontos.
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O movimento positivo por aqui foi impulsionado pela divulgação da inflação dos Estados Unidos. O CPI (Índice de Preços ao Consumidor) americano caiu 0,4% em junho na comparação com maio, vindo abaixo da expectativa do mercado, que previa um recuo menor, de apenas 0,1%. O dado reforça a perspectiva de juros menos restritivos nos EUA, o que favorece o fluxo de capital para mercados de renda variável e emergentes.
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Desempenho das Bolsas em Nova York
Nos Estados Unidos, os principais índices de Wall Street também fecharam o dia no terreno positivo:
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Dow Jones: +0,02% (52.508,66 pontos)
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S&P 500: +0,38% (7.543,88 pontos)
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Nasdaq: +0,90% (26.107,01 pontos)
Petróleo sobe com tensão no Oriente Médio
O barril de petróleo do tipo Brent encerrou a sessão regular com alta de 1,72%, cotado a US$ 84,73. No pós-mercado, a commodity acelerou os ganhos e subiu 2,57%, negociada a US$ 85,44.
A valorização foi impulsionada pela escalada militar no Oriente Médio. Contudo, os ganhos foram parcialmente limitados após o presidente americano Donald Trump recuar da proposta de cobrar uma taxa de 20% sobre as embarcações que transitam pelo Estreito de Ormuz. Por outro lado, Trump anunciou que os EUA atacariam Pickaxe Mountain, uma instalação nuclear subterrânea que ainda não havia sido alvo desde o início das hostilidades.
Radar doméstico: Expectativa sobre tarifas dos EUA contra o Brasil
No cenário nacional, os investidores operam sob cautela e aguardam a decisão final do governo americano sobre a aplicação de uma tarifa de até 25% contra produtos brasileiros.
O prazo para essa definição termina nesta quarta-feira (15). A proposta, apresentada pelo USTR (Escritório do Representante Comercial dos EUA) no início de junho, baseia-se em investigações americanas sobre supostas práticas comerciais desleais do Brasil relacionadas à proteção de propriedade intelectual, regulação de pagamentos eletrônicos (como o Pix) e combate à corrupção.























































