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Advogados de Lula – Lava Jato
A Polícia Federal (PF), por meio da Operação Lava Jato, está cumprindo mandados de busca e apreensão na manhã desta quarta-feira (09) contra escritórios de advocacia envolvidos no esquema de corrupção da Fecomércio do Rio de Janeiro (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Rio de Janeiro).
Entre os alvos está o escritório Teixeira, Martins Advogados, que pertence aos advogados de Lula, Roberto Teixeira, e a seu genro, Cristiano Zanin Martins. Valeska Teixeira Zanin Martins também advoga para o petista e é alvo da operação.
O esquema do ex-presidente da Fecomércio do Rio, Orlando Diniz, é investigado por ter desviado 151 milhões de reais do Sistema S.
Os mandados expedidos pelo juiz Marcelo Bretas envolvem também os escritórios da mulher de Sérgio Cabral, Adriana Ancelmo, de Tiago Cedraz e de Cesar Asfor Rocha.
Cristiano Zanin foi delatado por Orlando Diniz como intermédio entre ele e o atual presidente da OAB, Felipe Santa Cruz. Santa Cruz foi citado também de pedir e receber R$ 120 mil em propina, em um contrato sem serviços prestados.
Empresário delata propina de R$ 120 mil para presidente da OAB; advogado de Lula fez a ponte entre os dois
O ex-presidente da Fecomercio (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Rio de Janeiro) do Rio de Janeiro, Orlando Diniz, dedicou um dos cerca de 50 anexos de sua colaboração premiada, delatado o atual presidente da OAB, Felipe Santa Cruz. A informação é da CNN Brasil, que obteve acesso ao documento.
No depoimento, o ex-presidente da Fecomércio diz que “ouviu falar em Felipe Santa Cruz por intermédio de Cristiano Zanin [advogado de Lula], que sugeriu ao colaborador sua contratação”.
Em um documento de cinco páginas, Orlando diz que Santa Cruz lhe pediu dinheiro “em espécie” para sua campanha à reeleição da OAB do Rio em 2014. Diniz disse que não tinha os recursos, mas acertaram um contrato de fachada entre a Fecomércio e um indicado de Santa Cruz para efetuar o contrato, Anderson Prezia, no valor de 120 mil reais. Os serviços, segundo ele, nunca foram prestados.






















































