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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO chefe de Wagner, Yevgeny Prigozhin, ordenou que seus mercenários parassem sua marcha sobre Moscou para evitar “derramar sangue russo” e concordou em viver no exílio na Bielorússia – encerrando um dos maiores desafios ao governo de décadas do presidente Vladimir Putin.
Prigozhin disse que enquanto seus homens estavam a apenas 200 km da capital russa, ele decidiu no sábado mandá-los de volta para evitar ‘derramamento de sangue’.
“Eles queriam desmantelar a companhia militar Wagner. Embarcamos em uma marcha pela justiça em 23 de junho. Agora, chegou o momento em que o sangue pode ser derramado”, disse Prigozhin em uma mensagem de áudio.
“Compreendendo a responsabilidade [pela chance] de que o sangue russo seja derramado de um lado, estamos voltando aos campos de campo conforme planejado.”
Moscou se preparou para a chegada do exército privado liderado pelo comandante mercenário rebelde erguendo postos de controle com veículos blindados e tropas em sua extremidade sul. A Praça Vermelha foi fechada e o prefeito pediu aos motoristas que fiquem fora de algumas estradas.
A cessação da rebelião do Grupo Wagner, a qual seu líder ainda considera apenas uma “marcha pela justiça”, ocorreu após uma conversa telefônica com o presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, que atuou como mediador entre o paramilitar e Moscou.
De acordo com o Kremlin, foi uma “iniciativa pessoal” de Lukashenko, já que ele mantém uma amizade com Prigozhin há mais de 20 anos. Segundo a imprensa bielorrussa, Putin teve uma conversa “longa, franca, calorosa e muito construtiva” com seu homólogo durante a noite de sábado e foi informado “em detalhes sobre o resultado das negociações com a liderança da Wagner”, a que o líder do Kremlin respondeu, agradecendo pelo “trabalho realizado”.





















































