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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta terça-feira (2), a apreensão e a proibição dos suplementos alimentares Prosatril e Erenobis, fabricados pela empresa Ms Comércio de Produtos Naturais Ltda., além do produto Óliver Turbo, do Instituto Oliver Cursos Preparatórios Ltda. A decisão impede que os suplementos sejam fabricados, comercializados, distribuídos, importados, divulgados ou consumidos em todo o país.
Segundo a agência, os produtos eram vendidos sem registro, notificação ou cadastro na Anvisa, requisito obrigatório para qualquer suplemento alimentar. No caso do Erenobis, a situação é ainda mais grave: o suplemento contém Pereskia aculeata, planta conhecida como ora-pro-nóbis, ingrediente proibido em suplementos desde abril deste ano.
“A utilização da planta ora-pro-nóbis em suplementos alimentares foi proibida por falta de evidências que comprovem eficácia e segurança”, informou a Anvisa.
Os dois suplementos da Ms Comércio de Produtos Naturais Ltda eram divulgados como produtos “100% naturais” e supostamente capazes de fornecer mais energia ao organismo — alegações que, segundo a agência, não têm respaldo técnico.
Outro produto proibido: Óliver Turbo
A ação de fiscalização também atingiu o suplemento Óliver Turbo, que prometia “mais foco, energia e memória até 7x mais forte”. Assim como Prosatril e Erenobis, o produto não possui qualquer registro sanitário, o que levou a Anvisa a determinar sua imediata retirada do mercado.
A proibição inclui todas as etapas da cadeia produtiva: fabricação, importação, distribuição, comercialização, propaganda e consumo.
A Anvisa reforça que produtos sem registro podem oferecer riscos à saúde, já que não passam por avaliação de segurança, qualidade e eficácia. O órgão orienta consumidores a suspenderem o uso dos suplementos proibidos e denunciarem sua venda irregular.