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O dólar comercial encerrou a quinta-feira (15) em alta de 0,83%, cotado a R$ 5,679. Ao longo do dia, a moeda norte-americana chegou a R$ 5,687 na máxima e R$ 5,614 na mínima. A valorização ocorreu em meio a rumores sobre uma possível elevação dos gastos públicos por parte do governo Lula, incluindo a especulação de que o valor do Bolsa Família poderia subir para R$ 700.
A notícia, que circulou entre agentes do mercado financeiro, provocou cautela e impacto imediato no câmbio. Apesar da reação, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, negou a informação durante entrevista a jornalistas nesta quinta-feira. Ele afirmou que o governo trabalha em um conjunto de medidas para garantir o cumprimento da meta fiscal de 2025, o que incluirá aumento de receita e corte de despesas.
Mesmo com o desmentido, a moeda norte-americana seguiu acima de R$ 5,65, acumulando valorização em relação ao fechamento anterior, de R$ 5,609.
Por outro lado, o Ibovespa, principal índice da B3 (Bolsa de Valores de São Paulo), registrou alta de 0,66%, aos 139.334 pontos, e bateu novo recorde nominal — superando os 138.963 pontos alcançados na última terça-feira (13). A alta foi impulsionada por expectativas favoráveis ao desempenho de empresas e por dados positivos da economia doméstica.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que as vendas no varejo cresceram 0,8% em março, marcando a terceira alta consecutiva.
No cenário internacional, o presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, reforçou o compromisso da autoridade monetária dos EUA com a meta de inflação de 2%, o que também influenciou os mercados globais.