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O MC Ryan SP, preso na Operação Narco Fluxo e solto nesta semana, afirmou que não movimentou R$ 1,6 bilhão em lavagem de dinheiro e declarou nunca ter visto essa quantia “na vida” .
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Em entrevista ao Domingo Espetacular (Record TV), o funkeiro disse que sofre acusações por ser “cara da mídia e funkeiro” .
O que ele disse
“Eu não liderei nada disso. Não lavo dinheiro para o PCC. Não lavo dinheiro para o Comando Vermelho. Eu faço as minhas publicidades, como todo mundo faz. Tudo vai ser provado, tudo vai ser resolvido e lá na frente eu vou cantar o hino da vitória.”
Ryan afirmou que o dinheiro das apostas é responsabilidade dos donos das plataformas, não dele. Ele ressaltou que o valor é lícito, que não passou pela empresa dele e que “jamais” lavou dinheiro.
Ostentação como alvo
O artista não soube calcular o tamanho da própria fortuna. Ele apontou a ostentação como possível motivo para ter virado alvo da operação:
“Acho que é por isso que eu tô nessa operação. Talvez ostentar muito, querer mostrar muito o que eu tenho.”
Ele afirmou que “tinha” dois carros (apreendidos pela PF) – sem especificar marcas ou modelos. Sobre outros veículos atribuídos a ele pela investigação, disse que não lhe pertencem.
A PF apreendeu cerca de R$ 20 milhões em veículos.
Dias na prisão
Ryan relatou que passou os piores dias da vida nos 28 dias na prisão. Ele afirmou que chorava e pensava na filha, além de lamentar decepções com pessoas que preferiu não nomear.
“Eu tô convicto que eu vou sair dessa. Eu vou vencer, vai dar tudo certo. Lutar contra isso, sair dessa investigação com certeza. Eu tô rezando todo dia para apenas ouvir: ‘Você foi absolvido desse inquérito policial. Você tá livre’. Quero ficar em paz.”
A investigação
| Informação | Detalhe |
|---|---|
| Operação | Narco Fluxo |
| Acusação contra Ryan | Líder e principal beneficiário do esquema |
| Esquema | Misturar receitas lícitas com dinheiro de apostas ilegais, rifas digitais e tráfico de drogas |
| Outros presos | MC Poze do Rodo, Raphael Sousa (dono da Choquei) |
| Bloqueio | R$ 1,6 bilhão |
| Apreensão em veículos | Cerca de R$ 20 milhões |
| Mandados | 90 (busca e prisão) em 8 estados + DF |
Origem da investigação
A investigação começou em 2023 a partir da apreensão de um veleiro carregado com drogas. O delegado responsável, Maceiras, explicou que a corporação seguiu o caminho do dinheiro para desarticular o esquema.
A PF confirmou que parte dos recursos movimentados tem origem no tráfico de drogas. O delegado evitou citar grupos criminosos específicos, mas destacou que o rastreio financeiro leva inevitavelmente a facções.
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