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🧡 Ver Ofertas na ShopeeUm carro-bomba tendo como alvo o comboio do governador sacudiu a cidade portuária de Aden, no sul do Iêmen, no domingo, matando pelo menos seis pessoas.
O governador Ahmed Lamlas e o ministro da Agricultura, Salem al-Suqatri, ambos membros de um grupo separatista no sul do Iêmen, sobreviveram à “tentativa de assassinato terrorista”, informou a agência de notícias estatal.
O ministro da Informação, Moammar al-Iryani, disse que a explosão matou seis pessoas entre os companheiros de Lamlas e feriu pelo menos sete outros transeuntes.
No ataque, morreram o secretário de imprensa do governador e seu fotógrafo, o chefe de sua turma de segurança e um quarto companheiro, além de um observador civil, disse uma fonte do governo local.
Um corpo coberto com um cobertor jazia na rua ao lado de um veículo carbonizado no distrito de al-Tawahi, que abriga a sede do STC. Bombeiros e policiais foram destacados para a área.
Lamlas é secretário-geral do Conselho de Transição do Sul (STC), um grupo separatista que rivalizou com o governo saudita pelo controle de Aden e do sul do Iêmen.
Al-Suqatri também é membro do STC, apoiado pelos Emirados Árabes Unidos, que viu lutas internas entre suas fileiras.
Um porta-voz militar do STC disse anteriormente que pelo menos cinco pessoas ficaram feridas, incluindo três civis, um deles uma criança.
O governo e o STC são aliados nominais de uma coalizão liderada pela Arábia Saudita, que tem lutado contra o movimento Houthi alinhado com o Irã. A instabilidade no sul complica os esforços de paz liderados pelas Nações Unidas.
A aliança militar interveio no Iêmen em março de 2015, meses depois que os Houthis retiraram o governo internacionalmente reconhecido da capital, Sanaa.
O governo está baseado no sul, enquanto os Houthis controlam a maior parte do norte.
O Iêmen também é o lar da Al-Qaeda na Península Arábica, que lança ataques periódicos contra combatentes alinhados com as autoridades do país.
Dezenas de milhares de pessoas, a maioria civis, foram mortas e milhões deslocadas no conflito do Iêmen, que foi apelidado de pior desastre humanitário do mundo pelas Nações Unidas.
FONTE : AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS






















































