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🧡 Ver Ofertas na ShopeeDurante discurso que anunciou a decretação de lei marcial na Coreia do Sul, o presidente Yoon Suk Yeol alegou nesta terça-feira (03) que tomou a decisão devido o principal partido de oposição do país de simpatizar com a Coreia do Norte e de atividades antiestatais.
Yoon não especificou durante seu discurso as ações que seriam adotadas, mas mencionou uma moção apresentada pelo Partido Democrata, que detém a maioria no parlamento, que propõe a destituição dos principais promotores e a rejeição de uma proposta de orçamento do governo.
“Para proteger uma Coreia do Sul liberal das ameaças representadas pelas forças comunistas da Coreia do Norte e eliminar elementos antiestatais… Declaro lei marcial de emergência”, disse Yoon no discurso na TV.
O presidente do parlamento sul-coreano está atualmente a caminho do parlamento e planeja convocar uma sessão, de acordo com a YTN TV.
No entanto, a agência de notícias Yonhap relatou que a entrada do parlamento está bloqueada e os legisladores não conseguem entrar.
Yoon afirmou que a medida era essencial para proteger o país das ameaças comunistas da Coreia do Norte e eliminar elementos considerados prejudiciais ao Estado. Ele ressaltou que a decisão tinha como objetivo a reconstrução de uma nação livre e democrática, reafirmando seu compromisso com a defesa dos valores da Coreia do Sul.
Desde que assumiu a presidência em 2022, Yoon tem enfrentado dificuldades para avançar com sua agenda, devido ao controle da oposição sobre o parlamento. O Partido Conservador People Power Party, de Yoon, está em impasse com o Partido Democrata, a oposição liberal, especialmente em relação ao projeto de lei orçamentária para o próximo ano.
Além disso, o presidente tem se recusado a atender a pedidos de investigações independentes sobre escândalos envolvendo sua esposa e altos funcionários, o que tem gerado fortes críticas de seus adversários políticos.




















































































