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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira (30) que produtos importados da Índia passarão a ser taxados em 25% a partir de sexta-feira, 1º de agosto. A medida sinaliza o impasse nas negociações por um acordo comercial mais amplo com o país asiático, a poucos dias do prazo estipulado pelo próprio presidente.
“A Índia tem sido uma boa amiga, mas cobra basicamente mais tarifas do que quase qualquer outro país”, afirmou Trump em publicação na rede Truth Social. Ele também acusou o governo indiano de adquirir equipamentos militares da Rússia.
“COISAS MUITO ERRADAS! A ÍNDIA, PORTANTO, PAGARÁ UMA TARIFA DE 25%, MAIS UMA MULTA PELO ACIMA CITADO, A PARTIR DE 1º DE AGOSTO”, escreveu o presidente em letras maiúsculas.
Trump reforçou que não pretende adiar a aplicação das tarifas. “O PRAZO DE 1º DE AGOSTO É O PRAZO DE 1º DE AGOSTO — ELE PERMANECE FIRME E NÃO SERÁ ESTENDIDO. UM GRANDE DIA PARA A AMÉRICA!!!”, declarou.
O presidente confirmou nesta semana que 15% será o novo “piso” para tarifas de importação cobradas de países que ainda não firmaram acordos comerciais com os Estados Unidos — uma taxa que poderá ser ajustada conforme decisão presidencial.
Enquanto isso, os Estados Unidos e a China concluíram na terça-feira (29), na Suécia, mais uma rodada de negociações comerciais. Ambos os lados relataram avanços, mas ainda não houve anúncio sobre a prorrogação do atual “cessar-fogo tarifário”. Segundo o secretário do Tesouro, Scott Bessent, a decisão final caberá a Trump.
Esta foi a terceira rodada de negociações entre Washington e Pequim desde que Trump impôs tarifas massivas em abril, ação que foi retaliada por Pequim. Os dois países haviam concordado em suspender as tarifas por 90 dias, período que termina em 12 de agosto. Bessent indicou que uma nova extensão de 90 dias está sendo avaliada.
Paralelamente, os Estados Unidos e a União Europeia estão acelerando as tratativas para concluir os detalhes finais de um novo acordo comercial antes da sexta-feira. O tratado prevê uma tarifa-base de 15% sobre a maioria dos produtos europeus importados pelos EUA.
Críticos europeus classificam o acordo como precipitado. O chanceler alemão Friedrich Merz considerou o resultado “insatisfatório”, enquanto o francês François Bayrou chamou a postura da União Europeia de “submissão” e declarou que o desfecho marca “um dia sombrio”. Trump, por outro lado, celebrou o avanço: “o maior de todos”.


















































































