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Irã ameaça manifestantes com pena de morte e punição “sem clemência”

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O presidente do Poder Judiciário do Irã, Gholamhosein Mohseni Ejei, advertiu neste domingo que os responsáveis pela recente onda de protestos contra o regime poderão receber punições “sem a menor clemência”.

As declarações, publicadas pelo portal oficial Mizan, representam o mais recente endurecimento do discurso repressivo do regime teocrático diante do que é considerado o maior desafio à sua autoridade desde a Revolução Islâmica de 1979.

“A justiça implica julgar e punir sem a menor clemência os criminosos que pegaram em armas e assassinaram pessoas, ou cometeram incêndios, destruição e massacres”, afirmou Mohseni Ejei. O magistrado está sob sanções dos Estados Unidos e da União Europeia por violações de direitos humanos contra a população iraniana.

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Dias antes da declaração, o chefe do Judiciário havia visitado por cerca de cinco horas uma prisão em Teerã para revisar os processos dos detidos. Na ocasião, anunciou que os julgamentos dos chamados “principais elementos” entre os manifestantes seriam realizados de forma pública.

O alerta ocorre em meio a denúncias de uma repressão de proporções históricas. A organização Human Rights Activists News Agency (HRANA), sediada nos Estados Unidos, informou ter confirmado a morte de mais de 5.000 pessoas, sendo 4.714 manifestantes, 42 menores de idade, 207 integrantes das forças de segurança e 39 transeuntes. A entidade afirmou ainda investigar outros 9.787 possíveis óbitos, o que pode elevar significativamente o número final de vítimas.

O regime iraniano, por sua vez, reconhece oficialmente 3.117 mortes, incluindo 2.427 pessoas classificadas como “mártires” — termo usado pelas autoridades para se referir a membros das forças de segurança e civis considerados inocentes. Já os manifestantes são descritos pelo governo como “arruaceiros” supostamente incitados pelos Estados Unidos e por Israel.

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Os protestos começaram no fim de dezembro de 2025, quando comerciantes do Grande Bazar de Teerã se mobilizaram contra o colapso do rial, a inflação elevada e o aumento dos preços dos alimentos. O movimento, inicialmente motivado pela crise econômica, rapidamente se transformou em um levante nacional que passou a exigir o fim da República Islâmica.

As manifestações se espalharam pelas 31 províncias do país e atingiram o auge nos dias 8 e 9 de janeiro, após um apelo do príncipe herdeiro exilado Reza Pahlavi para que a população fosse às ruas.

A Anistia Internacional e a Human Rights Watch relataram que a repressão foi especialmente intensa nas províncias de Lorestão e Ilam, habitadas por minorias étnicas curda e luri. Testemunhas afirmaram que agentes da Guarda Revolucionária abriram fogo contra manifestantes pacíficos.

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Relatórios independentes também mencionam o uso de metralhadoras montadas em veículos na cidade de Fardis, próxima a Karaj, onde dezenas de pessoas teriam sido mortas em um único dia.

Em 8 de janeiro, o regime impôs um apagão total nas comunicações, isolando o Irã do resto do mundo por mais de duas semanas — uma medida sem precedentes que dificultou a documentação da violência.

Segundo a HRANA, ao menos 26.852 pessoas foram presas durante a repressão, número que supera amplamente os dados oficiais. Organizações de direitos humanos temem que o país recorra a execuções em massa como forma de sufocar a dissidência.

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O presidente Masud Pezeshkian, ao lado de Mohseni Ejei e do presidente do Parlamento, Mohamad Bagher Ghalibaf, divulgou uma nota conjunta pedindo a aplicação de “compaixão e indulgência islâmicas” àqueles que não tiveram papel relevante nos distúrbios.

Apesar do tom conciliador, as ordens judiciais contra manifestantes acusados de crimes graves seguem em vigor. O procurador de Teerã afirmou que atos de vandalismo podem ser enquadrados como “moharebeh” — guerra contra Deus — crime que prevê a pena de morte.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, classificou como “horríveis” os números divulgados sobre as mortes. Já o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, advertiu que agirá “de forma muito firme” caso Teerã execute os detidos. Segundo relatos, Arábia Saudita, Catar e Omã teriam dissuadido Washington de ordenar ataques militares diretos contra o Irã.

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O futuro de milhares de iranianos presos permanece incerto, entre promessas de clemência seletiva e a ameaça de uma justiça acelerada que pode resultar em execuções em larga escala.

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