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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, divulgou na noite de segunda-feira (30) um vídeo em sua conta oficial na rede Truth Social mostrando o que seria um ataque militar de grande escala. No entanto, ele não informou o local nem a data em que as imagens foram registradas.
O material tem cerca de 32 segundos e exibe uma explosão de grande magnitude, registrada em uma tomada panorâmica. Nas imagens, é possível ver uma bola de fogo se elevando rapidamente, seguida por uma densa nuvem de fumaça que se expande. O vídeo não possui som ambiente e não apresenta detalhes que permitam identificar o alvo ou a área atingida.
De acordo com relatos de veículos internacionais e publicações nas redes sociais, as imagens podem estar relacionadas a explosões registradas em Isfahan, no centro do Irã. Usuários apontaram semelhanças entre o vídeo divulgado e registros anteriores de detonações em instalações militares. Apesar disso, não há confirmação oficial sobre a origem das imagens, os responsáveis pelo ataque ou eventuais danos causados.
Diante do aumento das tensões, o Pentágono anunciou que realizará nesta terça-feira uma coletiva de imprensa sobre o conflito envolvendo o Irã. A conferência será conduzida pelo secretário de Defesa, Pete Hegseth, e pelo chefe do Estado-Maior Conjunto, general Dan Caine, sendo a primeira atualização oficial em quase duas semanas.
Avanço das operações militares
Também nesta segunda-feira, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que a ofensiva contra o Irã já ultrapassou metade dos objetivos estratégicos definidos. Segundo ele, a avaliação se baseia no cumprimento de metas militares, e não em um prazo específico.
“Está definitivamente mais além da metade do caminho. Mas não quero estabelecer um calendário”, declarou.
Netanyahu explicou que a operação tem como foco reduzir de forma contínua as capacidades militares iranianas, incluindo o sistema de mísseis e o programa nuclear.
De acordo com o premiê, as ações já causaram impactos significativos nas forças do país. Ele afirmou que “milhares” de integrantes da Guarda Revolucionária foram mortos e que a ofensiva também tem como alvo a infraestrutura ligada à produção de armamentos.
O cenário permanece sem confirmação detalhada por parte das autoridades, enquanto a comunidade internacional acompanha os desdobramentos do conflito e aguarda novos esclarecimentos oficiais.