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🧡 Ver Ofertas na ShopeeA Polícia Federal solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para abrir um inquérito investigativo contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A suspeita envolve a suposta prática de tráfico de influência e corrupção em articulações com o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”.
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O requerimento foi enviado ao STF na sexta-feira (24) e distribuído na quarta-feira (29) ao ministro André Mendonça. A PF encaminhou o caso à presidência do Supremo por entender que os novos fatos investigados não têm relação com a Operação Sem Desconto, que apura fraudes em descontos do INSS.
Suspeitas sobre atuação no mercado de cannabis
De acordo com as apurações da Polícia Federal, os investigadores buscam apurar se Lulinha exerceu influência indevida junto ao Ministério da Saúde e ao gabinete da Presidência da República para favorecer a liberação e comercialização de canabidiol medicinal em programas governamentais.
Os investigadores apontam que Lulinha teria atuado no ramo em parceria com a empresária Roberta Luchsinger. A suspeita é de que o grupo tenha trabalhado em favor da empresa World Cannabis, ligada ao “Careca do INSS”. O documento enviado pela PF informa que foram identificados pagamentos do lobista para a RL Consultoria, empresa de Roberta Luchsinger, além de contatos entre os investigados e servidores públicos.
Tramitação no STF
A solicitação chegou à Corte durante o recesso do Judiciário e foi analisada inicialmente pelo ministro Alexandre de Moraes, no plantão da presidência. Moraes pediu parecer à Procuradoria-Geral da República (PGR).
A PGR concluiu que as quebras de sigilo “revelaram a prática de crime” sem relação com a operação do INSS e opinou pelo sorteio de um novo relator. O caso coube ao ministro André Mendonça, que agora analisará se abre o inquérito.

















































































