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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO candidato do partido Missão à Presidência da República, Renan Santos, defendeu em entrevista à TV Globo a criação de um programa nuclear brasileiro voltado à eventual produção de armas atômicas. Segundo ele, o desenvolvimento de bombas atômicas ampliaria a soberania e o peso internacional do Brasil.
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“As nações mais poderosas do mundo dispõem de armas nucleares, e elas se fazem respeitadas por causa disso”, afirmou. O candidato disse que o país deveria discutir a produção de uma bomba atômica no médio e longo prazo e cogitou deixar o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, citando a Coreia do Norte como uma nação “respeitada”.
A Constituição brasileira determina que atividades nucleares no território nacional tenham fins pacíficos e dependam de aprovação do Congresso. Renan Santos sustenta que o Brasil precisaria ampliar a soberania territorial e militar para tentar um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU.
Modelo de segurança e “guerra contra o crime”
O candidato também defendeu a adoção de medidas semelhantes às adotadas em El Salvador pelo presidente Nayib Bukele, incluindo a decretação de regime de exceção e estado de defesa em áreas dominadas pelo crime organizado. O modelo de segurança pública de Bukele contribuiu para a redução dos índices de criminalidade em El Salvador, mas também é alvo de denúncias de violação de direitos humanos, incluindo tortura, desaparecimentos e restrições ao direito de defesa. Renan minimizou as denúncias, afirmando desconhecê-las.
Renan Santos defendeu que policiais que presenciarem assaltos “atirem para matar”. “Eu acho que o sangue que tem que jorrar não é o do inocente, é o do bandido”, declarou. “O povo brasileiro está pedindo uma guerra. É uma guerra que o brasileiro quer. (…) O que eu defendo é a criação e a declaração de uma guerra contra o crime organizado”, afirmou.
















































































