David Uip, que chefia o Centro de Contingência contra a Covid-19 criado pelo Estado de São Paulo, foi questionado em coletiva de imprensa se tomou ou não a hidroxicloroquina e azitromicina em seu tratamento.

“Não há nenhuma importância no que eu tomei ou deixei de tomar. Primeiro fato: eu não me prescrevi ou me receitei, fui cuidado por médicos da minha confiança. Segundo: se eu tomei ou não antibiótico ou qual droga para febre ou enjoo, isso é algo absolutamente pessoal (…). Se tomei antibiótico ou não, se tomei droga pra febre ou não, é algo pessoal. Respeito o direito dos meus pacientes e quero que meu direito também seja respeitado”, disse Uip. “Não faço isso para esconder nada, mas não quero colocar o meu caso, a minha história, como modelo para coisa alguma.”, frisou o infectologista.

 

Assista a partir de 56: 09

 

 

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