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🧡 Ver Ofertas na ShopeeUm estudo conduzido por pesquisadores da Finlândia, publicado na revista Neurology, sugere que a queda de produtividade e o baixo desempenho no trabalho podem ser sinais de alerta para a demência de início precoce até 15 anos antes do diagnóstico oficial.
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A pesquisa acompanhou 793 pacientes com demência diagnosticada antes dos 65 anos e os comparou com 7 mil pessoas saudáveis com idade, formação e renda semelhantes. Os resultados mostraram que, até uma década e meia antes do diagnóstico, os pacientes com demência precoce já ganhavam, em média, US$ 13.800 por ano a menos do que os demais — o que os pesquisadores atribuíram à queda de produtividade.
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Ao longo de 12 anos de estudo, estima-se que esses pacientes perderam cerca de US$ 86 mil em rendimentos por causa da condição.
O neurologista Eino Solje, líder da pesquisa, afirmou: “A demência precoce afeta as pessoas durante seus anos mais produtivos e está associada à diminuição da capacidade de trabalho, ao aumento do desemprego e à saída do mercado de trabalho antes do planejado.” Ele acrescentou que os achados podem ser explicados em parte pelos atrasos no diagnóstico, que prolongam o período de sintomas não reconhecidos.
Entre os sinais de alerta mais comuns estão: dificuldade para lembrar compromissos, esquecer como realizar tarefas rotineiras, perda de concentração e dificuldade para acompanhar conversas. Em estágios mais avançados, também ocorrem mudanças severas de humor, confusão sobre tempo e lugar e suspeitas injustificadas em relação a familiares e amigos.
Não há cura para a demência, mas existem medicamentos que podem ajudar a retardar sua progressão. Nos Estados Unidos, estima-se que cerca de 200 mil pessoas sofram de demência precoce, com um aumento de 200% nos casos diagnosticados entre 2013 e 2017. A expectativa de vida após o diagnóstico é de cerca de nove anos.
O estudo não prova definitivamente que a queda de renda seja um indicador isolado da doença, mas reforça que pode ser um potencial sinal de alerta. Fatores genéticos, lesões cerebrais decorrentes de um AVC precoce e o consumo excessivo de álcool também estão associados ao aumento do risco.






















































