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🧡 Ver Ofertas na ShopeeA inteligência israelense compartilhou com o governo dos Estados Unidos informações confidenciais sobre um suposto plano do Irã para assassinar o presidente norte-americano Donald Trump. A informação foi revelada pelo jornal The Wall Street Journal na última quinta-feira (9).
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Segundo a publicação, o complô seria uma retaliação prometida por Teerã desde o assassinato do general Qassim Suleimani, ocorrido em 3 de janeiro de 2020, durante o primeiro mandato de Trump. Suleimani, então comandante da Força Quds da Guarda Revolucionária do Irã, morreu em um ataque com drone dos EUA nas proximidades do aeroporto de Bagdá, no Iraque. Tanto Washington quanto Tel Aviv o classificavam oficialmente como terrorista desde 2011.
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Baixas no regime iraniano e protestos
O líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, de quem Suleimani era bastante próximo, também morreu em um bombardeio em fevereiro deste ano. As cerimônias fúnebres de Khamenei se encerraram na quinta-feira (9), após quatro dias de eventos públicos realizados mais de quatro meses depois de sua morte. Durante os cortejos, manifestantes exibiram cartazes pedindo explicitamente a morte de Trump.
Outros ataques recentes eliminaram figuras centrais da cúpula iraniana nos últimos meses. Ali Larijani, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, e Esmail Khatib, integrante do Ministério da Inteligência do Irã, foram mortos em março. Pouco depois, em 6 de abril, o general Majid Khademi, chefe de inteligência da Guarda Revolucionária, também foi morto. O jornal norte-americano, contudo, não divulgou a data exata em que o plano contra Trump teria sido elaborado.
Reações e escalada militar no Golfo Pérsico
Em resposta à reportagem, a Casa Branca encaminhou ao jornal uma declaração feita por Trump na quarta-feira (8), durante visita oficial a Ancara, na Turquia, sobre as constantes ameaças à sua vida. “Eu sou o número um na lista de alvos”, afirmou o presidente.
A tensão na região atingiu o ápice militar. O gabinete do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, informou que Trump ligou para o líder de Israel na quinta-feira (9) para comunicá-lo sobre as operações em andamento na região do Golfo Pérsico.
As forças norte-americanas atacaram o território iraniano pelo terceiro dia consecutivo na quinta-feira (9), após Trump declarar encerrada a trégua que havia sido estabelecida em 17 de junho. Segundo o Exército dos EUA, a ofensiva busca impedir que o Irã feche o Estreito de Ormuz, rota crucial para o comércio global de petróleo. Washington afirmou ainda que forças iranianas atacaram três petroleiros na região nos últimos dias.



















































































